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	<title>Armazenamento</title>
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	<description>Informação e conteúdo não param de crescer. Onde guardá-los?</description>
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		<title>Quão relevante é a escolha do protocolo de conectividade na escolha de uma solução de armazenamento de dados? iSCSI ou FC/FCoE?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Por Celso Bonilha
Ainda é grande o  número de discussões que acabam acontecendo em torno deste tema durante  a análise de uma solução de gerenciamento de dados. Que o protocolo de  conectividade é um tema relevante não se pode negar, mas jamais deveria  ser o norteador das discussões sobre uma solução deste [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-41" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/armazenamento/files/2011/11/solução.jpg" alt="solução" width="227" height="233" /><em>Por Celso Bonilha</em></p>
<p style="text-align: justify">Ainda é grande o  número de discussões que acabam acontecendo em torno deste tema durante  a análise de uma solução de gerenciamento de dados. Que o protocolo de  conectividade é um tema relevante não se pode negar, mas jamais deveria  ser o norteador das discussões sobre uma solução deste porte, como às  vezes acaba acontecendo. A ordem dos fatores está invertida, ou seja, o  responsável pelo projeto se preocupa com a questão sobre o protocolo de  comunicação entre o dispositivo de armazenamento de dados e os  servidores de aplicação antes mesmo de refletir sobre o principal – que é  entender a real necessidade a ser atendida e qual a melhor solução para  fazer isso.</p>
<p style="text-align: justify">Analisando historicamente, acredito que  esta tendência tenha sido causada pela cronologia dos acontecimentos  tecnológicos no ambiente de armazenamento. Mas é preciso levar em  consideração que as soluções e tecnologias evoluíram e que hoje os  parâmetros para análise devem ser outros, já que a conectividade do  ambiente de armazenamento com o resto da infraestrutura é muito bem  feita com quaisquer dos protocolos disponíveis. Hoje em dia, inclusive,  praticamente todos os fabricantes de soluções para armazenamento de  dados trabalham com estes vários protocolos, entregando alternativas  empresariais utilizando qualquer um deles (iSCSI, FC ou FCoE).</p>
<p style="text-align: justify">Na comparação entre iSCSI e FC/FCoE,  encontramos opiniões diversas, o que torna este debate interessante. Há  defensores de cada uma das partes, e que apontam a parte defendida como a  melhor escolha, como se fosse uma religião. E aí está o ponto – é  preciso que balizemos uma escolha de solução para nossa necessidade e  não no protocolo que será utilizado nesta solução, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify">A solução com iSCSI era escolhida no passado para pequenas implementações, ou para o primeiro <em>storage</em> compartilhado dentro da organização. Hoje, proém, será que este tipo de  solução é usada somente nesses casos? Com certeza não, pois a  tecnologia da solução com este protocolo evoluiu muito, apresentando  constante desenvolvimento. Hoje, temos soluções que utilizam 10GbE, e  com <em>roadmap</em> apontando para rapidamente chegar a 40 e 80 GbE em  pouco tempo. Desta forma, um dos pontos que eram usados para combater  este tipo de conectividade referente à performance já não é mais  realidade, mesmo porque o número teórico e até mesmo maior que os 8 Gbps  do FC. Jumbo <em>frames</em> e DCB são outros exemplos da evolução  tecnológica que vieram solidificar o iSCSI como uma alternativa viável  para dentro do datacenter, ou seja, destinado à soluções empresariais.</p>
<p style="text-align: justify">Na comparação referente à performance, há ainda muitos pontos obscuros, como os conceitos de <em>bandwidth </em>da infraestrutura versus o de <em>throughput</em> requerido pela aplicação. A analogia que comumente encontramos é relacionada a uma auto-estrada. De que adianta uma pista de cinco vias (<em>bandwidth</em>) se temos apenas dois carros passando simultaneamente pela estrada (<em>throughput</em>)?  Muitas vezes, por puro preconceito ou por um mito urbano a respeito de  performance, a escolha de saída para a conectividade de uma solução de  SAN acaba sendo apontada para FC, sendo que mesmo com uma solução iSCSI  de 1GbE já poderíamos estar na solução de mais pistas que carros  simultâneos.</p>
<p style="text-align: justify">Volto a afirmar que é preciso tirar o  foco de “detalhes” e passar a incluir no centro das atenções a real  necessidade que precisa ser endereçada. Há várias soluções para matar  uma mosca. Desde um pedaço de jornal enrolado até um tiro de canhão.  Como escolher? A melhor forma é medir o que na prática os servidores de  aplicação demandarão da solução de armazenamento. Muitos fabricantes  disponibilizam ferramentas e/ou serviços para auxílio durante este  processo. Com os dados reais da demanda coletados e analisados, fica  mais fácil determinar o dimensionamento da solução e aí sim, desenhá-la  da melhor forma possível para maximizar a utilização dos recursos em  questão, passando pela escolha do protocolo na conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;margin-bottom: 0px">Outros fatores como  flexibilidade, escalabilidade, facilidade de gerenciamento,  infraestrutura já existente, entre tantos outros pontos, são relevantes  para a escolha final da solução de gerenciamento de informação que  melhor atenderá às necessidades específicas. E sendo assim, FC ou iSCSI,  pouco importa, pois o que é realmente relevante, é que a solução seja  dimensionada corretamente, entregue os dados com o desempenho  exigido  pelas aplicações e faça uso eficiente dos recursos, apresentando o  melhor retorno sobre o investimento possível. E isto apontará para um ou  outro protocolo na ponta da solução.</p>
<p style="text-align: justify;margin-bottom: 0px">Fonte: <a href="http://itweb.com.br/blogs/quao-relevante-e-a-escolha-do-protocolo-de-conectividade-na-escolha-de-uma-solucao-de-armazenamento-de-dados-iscsi-ou-fcfcoe/" target="_blank">IT Web</a></p>
</div>
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		<title>8 Razões onde PMEs falham no backup de dados</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 18:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Backup]]></category>
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		<category><![CDATA[PME's]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de dados]]></category>

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		<description><![CDATA[
A maioria das PME&#8217;s não tem plano para backup e recuperação  de dados.  Kevin Casey da InformationWeek EUA listou as desculpas mais  comuns. 
&#8220;Existem muitas pesquisas a respeito deste assunto, como a  conduzida  pela Symantec, que revelou que 57% das empresas de pequeno e  médio porte  (PMEs) não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-33" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/armazenamento/files/2011/10/bug2.png" alt="bug" width="282" height="282" /></p>
<p><strong>A maioria das PME&#8217;s não tem plano para backup e recuperação  de dados.  Kevin Casey da InformationWeek EUA listou as desculpas mais  comuns.</strong><strong> </strong></p>
<div>&#8220;Existem muitas pesquisas a respeito deste assunto, como a  conduzida  pela Symantec, que revelou que 57% das empresas de pequeno e  médio porte  (PMEs) não possuem plano para o caso de perda de dados.  Existem muitas  companhias nesta situação, como comprovou outro estudo,  dessa vez,  realizado pela Carbonite, em julho, onde apontou que metade  das empresas  de porte pequeno sofreu perda de dados irrecuperáveis.</div>
<p>“Pequenas empresas,  em especial, são muito ocupadas, muitas coisas  acontecem ao mesmo  tempo, e, backup é apenas mais uma na qual os  empresários não querem  pensar”, disse Mike Evangelist, chefe de  marketing na Code 42 Software.<br />
Segue abaixo as desculpas mais comuns pela falha no backup de dados – e as razões pelo qual esta questão é deixada de lado.&#8221;</p>
<p><strong>1. É muito caro:</strong><br />
Custos é sempre a primeira desculpa das pequenas companhias que  precisam  extrair um pouco mais de cada real gasto. Mas, caso você  experimente um  desastre de TI incapacitante, a dor será muito pior se  você não  conseguir recuperar os dados para voltar a trabalhar  rapidamente. É  verdade que, se você estiver lidando com grandes bases  de dados, então o  custo com backup e armazenamento pode ser pesado. Mas  para quantidades  gerenciáveis (pense em gigabytes, não em terabytes ou  mais), um  orçamento apertado não tem que ser um fardo. Alguns  fornecedores de  cloud também oferecem planos de dados ilimitados para  grandes  necessidades.</p>
<p><strong>2. Isso nunca vai acontecer comigo:</strong><br />
Considere o artigo da fé cega: você não precisa operar no caminho dos   furacões ou outro desastre natural para que a perda de dados ocorra.   Perda ou roubo de computadores, fogo, enchente ou falhas de tecnologias   antigas podem acontecer e acontecem – isso sem mencionar a lista   completa de perigos potenciais.</p>
<p><strong>3. Eu simplesmente esqueci</strong><br />
Donos de PMEs e seus profissionais costumam ser ocupados, na maioria  das  vezes desempenhando múltiplas tarefas para ajudar a companhia  crescer.  Se a sua lista do que fazer corre – ou se é esquecido – fazer o  backup  dos seus dados é uma tarefa fácil de deixar de lado. Mas isso  não é uma  boa desculpa, particularmente com o número de produtos que  oferecem  soluções automáticas, de backup continuo e sincronizado. Se  você tem  protelado esta questão, a automação é um recurso que você deve  ter.</p>
<p><strong>4. Deixa meu computador mais lento</strong><br />
Segundo  Evangelist, muitas clientes em potencial não tem um plano de  acidente  para consumidores, e esta reserva está enraizada na questão  real:  alguns anti-vírus antigos e softwares de backup são arrastados  para  dentro do sistema do usuário final, causando transtornos que os  levam a  desistir do software. Isto criou um problema na imagem dos  programas  de backup e plataformas relacionadas. “Como resultado disso,  pessoas  estão desabilitando esta ferramenta”, disse Evangelist. “Eles  precisam  que seus computadores sejam rápidos”.</p>
<p>Bons softwares da  atualidade não causam problemas de desempenho. Se  você está preocupado  com os usuários finais, procure por um sistema que  atue de forma  silenciosa, nos bastidores. Usuários poderosos devem  procurar por  plataformas que permitam ajustar detalhes e especificações  sobre como e  quando o recurso do sistema está sendo usado durante o  processo de  backup e sincronização.</p>
<p><strong>5. Eu não quero minhas informações na nuvem</strong><br />
Algumas das PMEs simplesmente não confiam na nuvem para backups e  outras  aplicações – sentem-se mais confortáveis mantendo os dados em  casa.  Outros, nem tanto. Isso pode ser uma prerrogativa, mas não uma  desculpa.  Você precisa manter pelo menos uma cópia dos dados em um  local  diferente dos da infraestrutura. Ou então, não estará bem  protegido.</p>
<p><strong>6. Não tenho departamento de TI</strong><br />
Muitas  plataformas de backups online requerem pouco know-how técnico,  por  isso, enquanto você não tiver um plano mental de aplicações com base  na  web, a falta de recursos de TI não é um obstáculo.<br />
Alguns  dispositivos físicos, como armazenamento anexado à rede, se torna  um  pouco mais complexo. Mas mesmo frente a isso, fornecedores como a  Drobo  fazem uso significativo na esperança de apelar para PMEs.</p>
<p><strong>7. Está no meu pen drive</strong><br />
Pen drives são baratos, portáteis e fáceis de usar – mas eu não  confiaria neles como primeira opção de backup. É melhor do que nada, mas  mesmo se você seja diligente ao copiar arquivos é simplesmente muito  arriscado confiar como se fosse sua apólice de seguros. Evangelist  notou, entretanto, o maior problema com pen drives: “Eles normalmente  estão no mesmo lugar que o computador”, disse. O mesmo princípio vale  para outras mídias, como DVDs graváveis: se está na mesa do funcionário  ou no seu laptop, então não é um bom plano de backup.</p>
<p style="margin-bottom: 0px"><strong>8. Eu apenas vou usar o serviço de recuperação de dados</strong><br />
Existe uma série de empresas lá fora, que detectam falha no disco  rígido  e tentam recuperar os dados. Esses serviços podem até funcionar,  mas  estão longe de serem seguros – Não existe garantia de que podem   recuperar suas informações. E levam tempo. Sem mencionar que o serviço   de recuperação de dados não pode ajudar em casos de roubos ou perda   total. “Serve mais como último recurso”, concluiu.</p>
<p style="margin-bottom: 0px">Fonte: <a href="http://informationweek.itweb.com.br/" target="_blank">Information Week</a></p>
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		<title>Preparado para a gestão e a criação de conteúdos “compartilháveis”?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 19:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como nas mídias sociais, em que as conversas são uma via de mão de  dupla, nas organizações é importante abrir canais de comunicação entre  empresários e colaboradores, de forma a colher opiniões, nem sempre  positivas, e transformá-las em oportunidades de inovação.
Um dos aspectos mais valiosos das mídias sociais é o feedback  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como nas mídias sociais, em que as conversas são uma via de mão de  dupla, nas organizações é importante abrir canais de comunicação entre  empresários e colaboradores, de forma a colher opiniões, nem sempre  positivas, e transformá-las em <strong>oportunidades de inovação</strong>.</p>
<p>Um dos aspectos mais valiosos das mídias sociais é o<strong> feedback  instantâneo</strong>. O Yammer, plataforma em formato de microblog corporativo, é  uma forma de acompanhar toda a movimentação de conversas entre  colaboradores de uma empresa e de, muitas vezes, o líder entrar na  conversa e dar a sua opinião ou direcionamento sobre determinado  assunto.</p>
<p><strong>O uso do Yammer na HP é um bom exemplo. A empresa permitiu  criação  de grupos de interesses e encurtou a comunicação entre seus empregados,  diminuindo muito o volume de e-mails internos. Por meio do Yammer os  funcionários puderam passar a seguir os colaboradores e líderes que lhes  interessam e saber rapidamente o que estão pensando.</strong></p>
<p>Outro, é a criação de conteúdos ‘compartilháveis’.<strong> A partir do  momento em que o líder compartilha documentos com sua equipe, com  possibilidade dos colaboradores editá-los, inclusive, através do uso de  ferramentas como o Google Docs, ele não só demonstra confiança na  equipe, como passa a ter melhores condições de perceber o quanto os  profissionais da equipe sabem se auto administrar e o quanto são auto  gerenciáveis.</strong></p>
<p>Em geral, a confiança se estabelece quando as pessoas cumprem o que  prometem e é aí que vai se moldando o que chamamos de capital social na  Internet. Portanto se você se comprometeu com algo é bom cumprir, pois  com as Mídias Sociais não será um grupo pequeno de pessoas que ficará  sabendo da sua irresponsabilidade. E não tardará para que  você entenda o  alto custo de ser mal vistos nas plataformas digitais.</p>
<p>Logicamente, deve haver um tutorial de conduta digital para evitar  que informações consideradas confidenciais vazem para terceiros ou  concorrentes, seja via e-mail ou qualquer plataforma social. <strong>Compartilhar é preciso, tanto na esfera pessoal quanto na corporativa.</strong></p>
<p><span style="color: #000080"><strong><em>“Chama-se de “imperativo da visibilidade” esta necessidade de  exposição pessoal, de compartilhamento público de questões antes  limitadas à esfera privada. Hoje é preciso ser visto para existir no  ciberespaço”. </em> (Sibila 2003)</strong></span></p>
<p><strong>FONTE: <a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/hashtag/2011/05/31/preparado-para-a-gestao-e-a-criacao-de-conteudos-compartilhaveis/" target="_self">IDGNOW #HASHTAG</a></strong></p>
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		<title>IBM lança solução de storage</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 14:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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IBM Storwize 7000 é  focado em pequenas e médias empresas, enquanto o DS 8800 é para mercado  high-end








 A IBM lançou nesta quinta-feira (07/10), mundialmente, duas  soluções de storage. A companhia garante que já tem o produto disponível  no Brasil por meio de todos os seus distribuidores: Avnet, Ação, Ingram  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em>IBM Storwize 7000 é  focado em pequenas e médias empresas, enquanto o DS 8800 é para mercado  high-end</em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div id="text">
<div>
<p><span> A IBM lançou nesta quinta-feira (07/10), mundialmente, duas  soluções de storage. A companhia garante que já tem o produto disponível  no Brasil por meio de todos os seus distribuidores: Avnet, Ação, Ingram  Micro, Officer, Tech Data, Aldo e Alcateia.&#8221;Todo integrador de sistemas ou de hardware tem agora uma opção da IBM  para todos os tipos de empresas clientes&#8221;, aponta Estela Bernardes,  executiva de estratégia de canais e alianças da IBM. A ideia é  disponibilizar mais uma solução que pode compor a oferta da revenda ao  seu cliente final. Assim, a companhia se abastece de mais uma arma na  competição com EMC, Dell, Hitachi, HP, entre outros, que, como a Big  Blue, estão de olho no mercado de pequenas e médias empresas.</p>
<p>&#8220;Entre os diferenciais destes lançamentos está o fato de ser um produto  bastante flexível que conversa com todas as plataformas, inclusive de  concorrentes&#8221;, aponta Edgar Santos, executivo de storage da IBM.</p>
<p>Para o mercado das grandes empresas, a companhia anuncia o novo modelo  da família DS8000: o IBM System Storage DS8800. De acordo Santos, o  desempenho do novo produto pode ser até 40% superior ao seu antecessor. O  novo DS8800 traz os processadores Power 6, conectividade de 8Gb/s e  maior quantidade de discos no mesmo espaço físico. &#8220;Isso permite até 90%  de capacidade adicional no mesmo gabinete&#8221;, conta Santos.</p>
<p>Já para o mercado de pequenas e médias empresas, a companhia lança o  Storwize V7000, que deve ser comercializado a partir de US$ 15 mil. A  nova tecnologia, segundo a empresa, é capaz de reduzir em até 50% o  custo total de propriedade e aumentar a utilização de disco em até 30%. O  Storwize V7000 reúne funcionalidades antes disponíveis apenas em  sistemas high-end da IBM, como a virtualização da infraestrutura de  storage e interface gráfica interativa.</p>
<p>&#8220;Vamos estimular que nossos parceiros tenham equipamento de demonstração  para provas de conceito e testes, a ideia é que estes equipamentos  tenham um preço bem atrativo para a revenda&#8221;, explica Ricardo Miyaki,  gerente de produtos e de estratégia de storage da IBM. De acordo com  Santos, a rota principal para a comercialização das novas soluções  acontecerá pelo canal. Contudo, a IBM também poderá se encarregar da  prestação de serviço para o cliente final.</p>
<p>De acordo com os executivos da IBM, toda a nova linha se enquadra nos  benefícios do programa de canal da empresa, com direito a financiamento e  verba compartilhada de marketing. E, embora no site do IBM PartnerWorld  2010, tenha recursos que aparecem descritos em português, mas não  disponíveis aos canais latino-americanos, Estela Bernardes afirma que  esses benefícios são sim acessíveis às revendas brasileiras.</p>
<p>A IBM completa 60 anos no mercado de storage. E, nos últimos anos, tem  investido na aquisição de outras empresas para complementar a oferta no  segmento. Em 2008,  adquiriu a XIV, voltada para armazenamento de  ambientes SAN (storage area network); e a Diligent Technologies; agora,  em 2010, a companhia comprou a Storwise, por conta de sua tecnologia de  compressão de dados.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=72488&amp;utm_source=newsletter_20101008&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=IBM+lan%C3%A7a+solu%C3%A7%C3%A3o+de+storage&amp;utm_campaign=ITWebDirect">www.itweb.com.br</a></p>
<p></span></div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>EMC apresenta nova tecnologia de storage</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 14:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A EMC apresentou uma linha de computadores especializados que permite às  empresas transferirem rapidamente vastas quantidades de informações  entre os centros de dados localizados quilômetros de distância uns dos  outros.
A companhia, maior fabricante mundial de equipamentos de  armazenamento corporativo, disse hoje que seus novos produtos VPLEX  servem como orientadores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/DOCUME%7E1/mila/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-9.png" alt="" />A EMC apresentou uma linha de computadores especializados que permite às  empresas transferirem rapidamente vastas quantidades de informações  entre os centros de dados localizados quilômetros de distância uns dos  outros.</p>
<p>A companhia, maior fabricante mundial de equipamentos de  armazenamento corporativo, disse hoje que seus novos produtos VPLEX  servem como orientadores de tráfego que ajudam as empresas a mover dados  entre os escritórios a uma distância de até 100 quilômetros.</p>
<p>A empresa espera melhorar a tecnologia dentro de dois anos para que as  empresas possam trocar informações entre os centros de dados em todo o  globo.</p>
<p>Isso permitirá às empresas recuperarem rapidamente suas operações  em caso de catástrofe, ou deixá-las equilibrando suas funções ao longo  das operações do dia.</p>
<p>Pat Gelsinger, presidente de produtos de  infraestrutura e informação da EMC, disse em conferência de imprensa que  a empresa espera gerar apenas uma receita &#8220;bastante modesta&#8221; com a nova  linha este ano, com crescimento de vendas em 2011.</p>
<p>FONTE: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ti/emc-apresenta-nova-tecnologia-de-storage-10052010-19.shl">http://info.abril.com.br</a></p>
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		<title>IBM e Fujifilm desenvolvem fita magnética com altíssima densidade de dados</title>
		<link>http://brasp.com.br/novo/blogs/armazenamento/?p=13</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
A IBM e a Fujifilm passaram os últimos três anos  trabalhando para melhorar a densidade de dados em fita magnética, e o resultado é um protótipo com 29,5 bilhões de bits por polegada quadrada – o suficiente para armazenar 35 TB.
Isso é cerca de 39 vezes a densidade de dados em área dos melhores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-15" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/armazenamento/files/2010/02/ibm_magnetic_tape.jpg" alt="ibm_magnetic_tape" width="580" height="435" /><a href="http://cache.gawker.com/assets/images/4/2010/01/ibm_magnetic_tape.jpg"></a></p>
<p>A IBM e a Fujifilm passaram os últimos três anos  <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/ibm-e-fujifilm-desenvolvem-fita-magnetica-com-altissima-densidade-de-dados#" target="_blank">trabalhando</a> para melhorar a densidade de dados em fita magnética, e o resultado é um protótipo com 29,5 bilhões de bits por polegada quadrada – o suficiente para armazenar 35 TB.</p>
<p>Isso é cerca de 39 vezes a densidade de dados em área dos melhores produtos disponíveis hoje e 44 vezes a capacidade do atual cartucho IBM LTO Generation 4. Cindy Grossman, vice-presidente da IBM Tape and Archive Storage Systems, diz que a “conquista mostra que o armazenamento em fita está vivo e forte e continuará a oferecer aos <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/ibm-e-fujifilm-desenvolvem-fita-magnetica-com-altissima-densidade-de-dados#" target="_blank">usuários</a> proteção de dados confiável, além de manter uma  <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/ibm-e-fujifilm-desenvolvem-fita-magnetica-com-altissima-densidade-de-dados#" target="_blank">vantagem</a> de custo sobre outras  <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/ibm-e-fujifilm-desenvolvem-fita-magnetica-com-altissima-densidade-de-dados#" target="_blank">tecnologias</a> de armazenamento, incluindo drives de disco rígido e flash”.</p>
<p>FONTE: guizmodo.com.br</p>
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		<title>Solucionando o rápido crescimento de dados com o protocolo iSCSI</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 18:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fibre Channel]]></category>
		<category><![CDATA[ISCSI]]></category>
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		<description><![CDATA[Um estudo encomendado, conduzido pela Forrester Consulting para a Dell

O crescimento dos dados é um motivo de preocupação para as organizações em todo o mundo, à medida que os participantes e aplicativos de negócios geram um maior volume de dados a serem armazenados, acessados e protegidos. O gerenciamento dos custos e a complexidade desse processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um estudo encomendado, conduzido pela Forrester Consulting para a Dell</p>
<p></em></p>
<p>O crescimento dos dados é um motivo de preocupação para as organizações em todo o mundo, à medida que os participantes e aplicativos de negócios geram um maior volume de dados a serem armazenados, acessados e protegidos. O gerenciamento dos custos e a complexidade desse processo tornam-se exponencialmente mais difíceis com o aumento do volume e a rigidez das regulamentações e expectativas quanto à disponibilidade, desempenho e confiabilidade do acesso às informações.</p>
<p>O objetivo deste post é explorar a premissa de que o protocolo SAN (rede de armazenamento por área) e o subsistema iSCSI (Internet Small Computer System Interface) podem auxiliar a gerenciar o crescimento do volume de dados de maneira mais fácil e econômica. O protocolo iSCSI utiliza infraestrutura Ethernet padrão para conectar servidores a meios de armazenamento remotos, com gerenciamento simplificado e custo de implementação inferior ao do protocolo Fibre Channel com SAN (FC SAN), que é geralmente implantado em ambientes corporativos. A questão, no entanto, é se o iSCSI é capaz de oferecer desempenho, confiabilidade e escalabilidade para substituir o FC SAN. O texto abaixo sobre Liderança do Pensamento pretende responder a essas questões por meio de uma combinação de pesquisa quantitativa de usuários de ambos os protocolos, bem como entrevistas com participantes selecionados da pesquisa.</p>
<p><strong>O iSCSI permite simplificar a conectividade SAN</strong><br />
O protocolo iSCSI SAN utiliza componentes Ethernet para criar uma rede SAN, resultando no<br />
seguinte: redução das despesas de aquisição de hardware e consolidação das estruturas, solucionando o rápido crescimento de dados com o protocolo iSCSI.<br />
Benefícios:  redução dos custos de treinamento, maior capacidade de contratação, treinamento e alocação de equipes de SAN, maior número de opções de fornecedores e produtos, maior controle de aquisições em toda a organização, maior capacidade de peças de reposição e maior potencial de consolidação.</p>
<p>As preocupações quanto ao iSCSI envolvem o desempenho, pois, segundo alguns críticos do sistema, a largura de banda é inferior à do FC e o protocolo em si é muito instável e não é tão seguro ou confiável. As considerações específicas relacionadas ao uso do iSCSI são as seguintes:<br />
• Redução dos custos de aquisição de SAN. Os componentes FC SAN geralmente são mais caros que os componentes Ethernet. Todos os elementos FC na rede SAN — desde roteadores até placas de conectividade dos servidores e cabeamento — têm um custo mais elevado do que os componentes Ethernet similares. Normalmente, os fornecedores de produtos de armazenamento vendem componentes FC por meio de um acordo de OEM, o que os encarece de maneira significativa e aumenta a &#8220;lacuna&#8221; entre eles. Os componentes Ethernet não estão sujeitos a esse reajuste, uma vez que podem ser adquiridos diretamente do fornecedor de produtos de rede. Uma vez que as organizações adquirem uma grande quantidade de equipamentos Ethernet além do SAN, há uma maior quantidade de ofertas de descontos para a organização em compras consolidadas em comparação aos equipamentos FC, que são utilizados apenas para armazenamento.<br />
• Maior padronização de Ethernet em comparação ao FC. Como o iSCSI utiliza Ethernet padrão, um protocolo mais estritamente compatível com os padrões aceitos do que o FC, a interoperabilidade é mais simples, o que aumenta a concorrência e reduz os preços dos produtos associados. Os fornecedores precisam realizar menos testes de interoperabilidade específicos do produto para componentes iSCSI, reduzindo os custos de fabricação e permitindo que os produtos cheguem ao mercado com maior rapidez. Os clientes terão menos preocupações com os testes dos produtos de armazenamento iSCSI antes da implementação, uma vez que a maior conformidade aos padrões reduz as chances de incompatibilidade. Uma vez que cada vez mais fornecedores fabricam produtos similares no mercado, a pressão para a redução dos produtos baseados em iSCSI e Ethernet em geral torna-se maior, resultando em menores custos e ciclos de inovação dos produtos mais curtos.<br />
• Unificação e consolidação organizacional simplificadas. Como cada organização está familiarizada com o Ethernet, o uso do iSCSI poderá aproximar a equipe de armazenamento da equipe de rede e servidores. As equipes de servidores e rede consideram o FC SAN um &#8220;tabu&#8221;, pois geralmente não conhecem o protocolo e os produtos associados, o que freqüentemente cria uma grande divisão administrativa e cooperativa entre as equipes, além de diminuir a colaboração e impedir o alinhamento das prioridades e iniciativas. O iSCSI permite agrupar os &#8220;feudos&#8221; de TI em uma única tecnologia, resultando na economia dos custos totais com a consolidação da equipe e equipamentos. Embora possa haver uma resistência política e cultural a esse tipo de consolidação, a Forrester acredita que haverá interesse da empresa no longo prazo, contanto que as questões de desempenho e arquitetura sejam devidamente consideradas.<br />
• Simplificação da SAN. O Ethernet geralmente é mais fácil de gerenciar que o FC, devido à natureza inerente do protocolo e do alto nível de familiarização das equipes de TI. O protocolo iSCSI atribui endereços IP ilimitados aos iniciadores e destinos, resultando em um esquema de endereçamento granular e altamente virtualizado, ao contrário do FC, que exige um zoneamento mais rígido entre o adaptador de barramento do host (HBA) no servidor e o grupo de armazenamento. Essa flexibilidade do protocolo é combinada com a familiaridade difundida com as propriedades de zoneamento e endereçamento das rede IP, que permite que mais pessoas na empresa possam participar do processo da Solucionando o rápido crescimento de dados com o protocolo iSCSI. Para as empresas que estão implantando uma rede SAN pela primeira vez, este benefício é particularmente importante, uma vez que empregar uma nova equipe de FC pode ser inconveniente e dispendioso, e a incapacidade de reter especialistas pode resultar em enormes impactos negativos sobre o desempenho e disponibilidade.<br />
• Mais opções de componentes. Com a rede FC, há poucos fornecedores e opções limitadas de componentes. O software multiponto utilizado para gerenciar as conexões redundantes é dispendioso e deve ser implementado por administradores de servidores que não são especializados em FC. Com o iSCSI, a conectividade do lado dos servidores pode utilizar placas de interface de rede padrão (NICs), placas TOE (TCP/IP offload engine) ou adaptadores de barramento do host iSCSI (HBAs) para diversos níveis de aceleração do desempenho. Os roteadores podem ser isolados fisicamente ou combinados com o tráfego da rede local (LAN) por meio de LANs virtuais (VLANs) para isolar o tráfego em um ambiente de roteadores consolidados.<br />
• Benefícios da replicação para dados remotos. Ao transmitir os dados através de longas distâncias para fins de proteção remota, o TCP/IP sobre Ethernet é utilizado. Em uma rede FC SAN, o tráfego deve ser convertido de FC para TCP/IP para que os dados sejam transmitidos. Em uma rede iSCSI SAN, essa conversão não é necessária, pois os dados são originalmente transportados através de links Ethernet.<br />
• Considerações sobre o desempenho. As redes FC são consideradas &#8220;lossless&#8221;, ou seja, não há perda de dados com o controle de fluxo para garantir a entrega de todos os dados. Há perda de dados na transmissão com o Ethernet tradicional se o descarte de pacotes for utilizado em vez do controle de fluxo para gerenciar o congestionamento. Além disso, o TCP/IP é considerado um protocolo instável. Por último, as redes FC de última geração são capazes de funcionar a 4 Gbps, ao passo que a maioria das implementações de Ethernet nos centros de dados funcionam a 1 Gbps, embora o Ethernet de 10 Gbps esteja ganhando força rapidamente. Todos os aspectos acima são vistos como barreiras para a adoção do iSCSI como um protocolo SAN em toda a corporação, embora muitos desses aspectos possam ser minimizados com a tecnologia atual. O problema da instabilidade pode ser eliminado com a separação física ou lógica do tráfego, com o uso de VLANs para isolar o tráfego SAN do tráfego LAN que está sendo transmitido através do mesmo roteador físico, ou de roteadores Ethernet dedicados para o tráfego SAN, que é distinto daquele utilizado para o tráfego LAN, ou por prédio. A questão da largura de banda não é tão preocupante quanto inicialmente parece, uma vez que vários FC SANs utilizam alguns componentes que não oferecem suporte para 4 Gbps, o que significa que a comunicação da rede como um todo é reduzida automaticamente a uma taxa de transmissão menor. A largura de banda não é a única consideração e, em muitos casos, não representa um gargalo para as organizações que não utilizam a capacidade total de um canal de transmissão rápido. Além disso, há algumas implementações do tráfego iSCSI multiplexado através de vários links de IP, aumentando a largura de banda do Ethernet de 1 Gbps para diversos Gbps. Outra abordagem para otimizar a largura de banda é a arquitetura escalável, que acrescenta largura de banda e E/S juntamente com o aumento da capacidade de disco. Por último, como o Ethernet de 10 Gbps está disponível atualmente e seu preço decresce rapidamente, essa largura de banda adicional pode ser aplicada seletivamente para<br />
acelerar o tráfego em aplicações com largura de banda limitada.</p>
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		<title>Porque ISCSI?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 18:02:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ethernet]]></category>
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		<description><![CDATA[Porque garante que os volumes exportados sejam vistos como discos no cliente final e porque permite que o transporte seja efetuado via IP ao invés de fibra.
O investimento é muito menor, pois se poderá utilizar a infraestrutura Ethernet presente sem necessidade de switches ou equipamento de fibra óptica.
O ISCSI permite ainda que algumas liberdades ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque garante que os volumes exportados sejam vistos como discos no cliente final e porque permite que o transporte seja efetuado via IP ao invés de fibra.</p>
<p>O investimento é muito menor, pois se poderá utilizar a infraestrutura Ethernet presente sem necessidade de switches ou equipamento de fibra óptica.</p>
<p>O ISCSI permite ainda que algumas liberdades ao nível do mirroring sejam tomadas sem perda de performance nem de elasticidade no seu todo.</p>
<p>Tem ainda a vantagem de que caso se deseje, pode-se replicar dados para backup como se de um snapshot se tratasse. Basta adicionar nova Lun de disco e replicar o mirror para lá.</p>
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		<title>Segurança da Informação</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:52:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você está satisfeito com a segurança de sua informação? Uma pesquisa realizada pelo Enterprise Strategy Group indica que apenas 28% das empresas e responsáveis de IT de médio porte tinham certeza de que a informação da sua organização estava totalmente protegida.
As empresas devem estar aptas a proteger e compartilhar informações entre todos os seus funcionários, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você está satisfeito com a segurança de sua informação? Uma pesquisa realizada pelo Enterprise Strategy Group indica que apenas 28% das empresas e responsáveis de IT de médio porte tinham certeza de que a informação da sua organização estava totalmente protegida.</p>
<p>As empresas devem estar aptas a proteger e compartilhar informações entre todos os seus funcionários, bem como com seus parceiros de negócios e clientes. Isto inclui uma colaboração de negócios segura com controles efetivos que protejam a propriedade intelectual e a privacidade da informação sensível do cliente sem embaraçar os processos de negócio.</p>
<p>A IBM lançou, há algum tempo, o IBM Information Infrastructure, que oferece soluções de segurança integradas que lhe permitem mitigar riscos de confidencialidade, integridade e disponibilidade de seus sistemas de TI.</p>
<p>Veja uma pesquisa sobre o assunto: <a href="ftp://service.boulder.ibm.com/storage/ii/NEMERTESISSUEIRMENTERPRISE.pdf" target="_blank">Pesquisa da Nemertes Research: Gerenciamento do risco de informação na empresa </a>* (113 KB)</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ibm.com/br/systems/storage/solutions/security/index.phtml" target="_blank">http://www.ibm.com/br/systems/storage/solutions/security/index.phtml</a></p>
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