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	<title>Novidades do Mercado</title>
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	<description>Fique por dentro das principais notícias do mercado de TI.</description>
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		<title>A atuação da Meraki no mercado brasileiro</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 17:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Pouco mais de dois meses de ter anunciado a sua parceria comercial com a fabricante norte-americana Meraki, fornecedora de soluções de redes sem fio baseadas em nuvem, a Allier,  distribuidora de valor agregado, começa a mostrar os resultados da  parceria, como a concretização dos primeiros acordos regionais, a  negociação com 35 canais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-300" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/novidades/files/2012/04/logo-meraki-2color-800x4001.gif" alt="logo-meraki-2color-800x400" width="580" height="290" />Pouco mais de dois meses de ter anunciado a sua parceria comercial com a fabricante norte-americana <a href="http://www.meraki.com/" target="_blank">Meraki</a>, fornecedora de soluções de redes sem fio baseadas em nuvem, a <a href="http://www.allier.com.br/" target="_blank">Allier</a>,  distribuidora de valor agregado, começa a mostrar os resultados da  parceria, como a concretização dos primeiros acordos regionais, a  negociação com 35 canais para a comercialização dos produtos da  companhia no País e a finalização de três projetos de implantação das  soluções Meraki.</p>
<p>Por enquanto, a atuação da Meraki no mercado brasileiro tem se  concentrado no Meraki Enterprise Cloud Controller – solução de WLAN  desenvolvida em arquitetura 100% cloud computing. Um dos principais  diferenciais da solução é que, ao invés de gerenciar as redes sem fio  por meio de controladoras centralizadas (outro hardware que é necessário  comprar e manter), as empresas gerenciam suas WLANs através do  aplicativo hospedado em  nuvem.</p>
<p>Com isso, gerenciar projetos distribuídos em múltiplos locais não  necessita mais de WANs dedicadas, VPNs, ou controladoras adicionais. Os  administradores podem utilizar recursos de gestão integrados ao Google  Maps, obter relatórios detalhados sobre o uso de suas redes, estabelecer  limites de banda por usuários ou grupos, e ainda definir políticas de  tráfego, eliminando as dores de cabeça associadas à manutenção e  atualizações de suas redes sem fio.</p>
<p>A Allier escolheu a Meraki, pois, além de suas vantagens técnicas, a  solução apresenta o TCO (Custo Total de Propriedade) 30% a 40% menor que  os tradicionais fabricantes desse segmento. Para abrir este mercado, a  Allier projetou um investimento aproximado de US$ 100 mil no primeiro  ano da parceria. Além disso, a Meraki cresceu mais de 300% em 2011 e  dobrou o número de funcionários, sendo também esse o ano em que  implementou a maior rede sem fio no mundo gerenciada através de uma  arquitetura Cloud Computing, no grupo Accor, onde foram comercializados  mais de 10.000 pontos de acesso.</p>
<p>“Estamos muito satisfeitos com o desenrolar de nossos projetos e de  nossas parcerias, e acreditamos que este ano será importante para o  crescimento da Allier com essa parceria”, afirmou Vladimir Alem, gerente  de Desenvolvimento de Negócios da Allier.</p>
<p>Para dar mais gás ao projeto a distribuidora contratou Richard  Fortes, que ficará a frente da gerência de produto e canais de Meraki.  Segundo Fortes, “o volume de negócios em tão pouco tempo demonstrou que o  aquecimento do mercado de redes sem fio é real e que o crescimento dos  investimentos vêm para atender a demanda crescente por mobilidade nas  empresas, e isso foi um dos motivos para eu vir a somar esforços ao time  da Allier”.</p>
<p>Entre os clientes conquistados no período está a canadense MBAC  Fertilizantes, que a partir deste ano inicia no País a produção de  superfosfato. Com escritório no Rio de Janeiro e uma unidade em  Tocantins, a companhia utiliza a solução Meraki para gerenciar as redes  sem fio das duas localidades.</p>
<p>Outro cliente citado por Vladimir Alem foi a Rede Globo Nordeste, que  durante o carnaval utilizou a solução da companhia para gerenciar os  pontos de acesso instalados nos camarotes dos desfiles em Recife (PE).  “Por fim, temos o tribunal de contas de um estado brasileiro – não  podemos revelar ainda – que adotou a solução para gerenciar sua rede sem  fio e está estendendo sua utilização”, afirma Alem.</p>
<p>Novos recursos<br />
De acordo com Alem, as soluções oferecidas ao mercado brasileiro devem  ir além do gerenciador. Recentemente, a Meraki complementou sua oferta  de soluções de rede gerenciadas através da nuvem com a ampliação da sua  linha de segurança unificada (UTM, do inglês Unified Threat Management) e  o lançamento de switches gerenciados através dessa arquitetura. A  empresa incrementou ainda seu sistema de segurança em redes sem fio com a  melhora da capacidade de identificar riscos potenciais e garantir que  os gestores das redes tomem ações proativas.</p>
<p>A Meraki introduziu também o relatório automático para auditoria  conforme as recomendações da norma internacional PCI em redes sem fio.  Esse relatório verifica e faz uma comparação das características da  rede, como regras de firewall e políticas de segurança, e apresenta um  sumário contendo diretrizes de não conformidade para atender a essa  regulamentação.</p>
<p>“Estamos testando estas novas linhas de produtos em nossos  laboratórios e é natural que, em breve, iniciemos também a oferta destes  produtos ao mercado brasileiro”, afirma Alem. Isso deve ocorrer em  paralelo à consolidação da rede de revendas no País. De acordo com Alem,  já há 15 parceiros credenciados e o objetivo é consolidar 20 até o  final deste ano. Em relação ao número de projetos, o objetivo da Allier é  fechar o ano com 60 projetos implementados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.nodalisbrasil.com/?p=252" target="_blank">Nodalis Brasil</a></p>
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		<title>Mercado de LAN está fadado à estagnação, diz CEO da Aruba</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 20:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Em visita ao Brasil, Dominic Orr aposta no BYOD.
“A LAN está morta”. Uma afirmativa sem dúvida poderosa, mas que ganha outro significado quando seu autor é o CEO de uma empresa como a Aruba Networks, especializada em soluções de rede wireless (as WLANs, portanto). O CEO da companhia em questão, Dominic Orr, esteve esta semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em visita ao Brasil, Dominic Orr aposta no BYOD.</p>
<p>“A LAN está morta”. Uma afirmativa sem dúvida poderosa, mas que ganha outro significado quando seu autor é o CEO de uma empresa como a Aruba Networks, especializada em soluções de rede wireless (as WLANs, portanto). O CEO da companhia em questão, Dominic Orr, esteve esta semana no Brasil. Ele usou a afirmativa que inicia este texto para ponderar o posicionamento da companhia que preside em um mercado dominado pela Cisco, entre outros players, cuja base tecnológica está nos cabos.</p>
<p style="text-align: center">
<img class="aligncenter size-full wp-image-289" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/novidades/files/2012/03/dominic-orr-aruba1.jpg" alt="dominic orr - aruba" width="330" height="228" />CEO da aruba networks, Dominic Orr.</p>
<p>“Você não pode conectar um cabo no tablet”, disse Orr. “Tudo vai migrar para o ar. Em três anos o mercado de LAN vai estagnar. Será a queda dos sistemas cabeados”, explicou o executivo. Isso se deve, diz, à ascensão dos sistemas para dispositivos móveis, como o Android, o iOS e até mesmo o Windows, cuja próxima versão será a mesma para desktops, tablets e smartphones.</p>
<p>A jovem Aruba – que em 2012 completa dez anos e já está disposta a enfrentar os “big guys”, como define Orr – aposta suas fichas em arquiteturas de soluções de acesso wireless, que unificam a infraestrutura de rede das empresas (com ou sem fio) em uma única solução de acesso, adequada para o uso em vários segmentos da indústria.</p>
<p>Gerenciamento e segurança são duas palavras chave na tecnologia da empresa, que sabe estar na tendência BYOD (bring you own device, ou traga seu próprio dispositivo) uma grande preocupação das empresas que pretendem admitir na rede corporativa soluções de mobilidade. “O gerenciamento agora inclui o dispositivo, e os procedimentos de segurança se transferem em parte para o device. Por isso a rede wireless deve ser segura e gerenciada”, explica Orr.</p>
<p>No Brasil, a empresa tem obtido sucesso na implantação de soluções em grandes empresas e no setor governamental. Os investimentos no País começaram em 2008, mas em outubro do ano passado as operações “oficiais” começaram com a abertura de uma nova sede no Rio de Janeiro e de um novo escritório de vendas em São Paulo. “Em 2011 mais do que dobramos os investimentos no Brasil, já um dos nossos maiores mercados, e que deve entrar no top 5 nos próximos três anos”, prevê o CEO. “Estamos apenas começando, e faremos investimentos muito agressivos.”</p>
<p>Para alcançar esse objetivo, a empresa opera no País totalmente através de seus mais de 70 canais. E a estratégia futura inclui parcerias com universidades para a criação de seis laboratórios que certifiquem futuros engenheiros a implementar e operar soluções com tecnologia da Aruba no País.</p>
<p>As operações nacionais do fornecedor contam com aproximadamente 250 clientes, com forte presença no setor de educação e governo. “Nosso foco está nas grandes contas, nas quais somos muito competitivos, principalmente nos segmentos de tecnologia, governo, e até mesmo financeiro, graças a nossas ofertas de rede segura e gerenciada.” Essa filosofia inclui Copa do Mundo e Olimpíadas. A empresa já negocia com os envolvidos diretos nos grandes eventos e já promove alguns pilotos de tecnologia em estádios da Copa, diz Alex Freitas, presidente da empresa no Brasil.</p>
<p>Marisa<br />
A rede varejista Marisa foi um dos cases brasileiros de implantação de tecnologia da Aruba apresentados por Orr. O projeto foi realizado em parceria com a ISH e equipou 163 das 336 lojas da rede no País, além do escritório central, da unidade de Alphaville e de cinco centros de distribuição.</p>
<p>“Conseguimos tirar todo o cabeamento dessas lojas, que se tornaram 100% WiFi”, explica Alex Freitas. “Assim, cada loja obteve ganhos de facilidade para criar sua própria estrutura física.”</p>
<p>Com a estrutura sem fio, a Marisa também ganhou em agilidade na abertura de novas lojas. Segundo os executivos da Aruba, em uma obra civil a passagem de cabos pode levar entre 60 e 70 dias.</p>
<p>A Marisa tem 2 mil usuários no escritório central, que implementou um call center VoIP para demandas internas com 70 posições sobre a rede WiFi. “Mostrando com isso que o medo de perda de performance com a concentração de usuários na rede sem fio caiu por terra”, pondera Freitas.</p>
<p style="text-align: left">
Escrito por Marcelo Vieira</p>
<p style="text-align: left">Fonte: <a href="http://ipnews.com.br/telefoniaip/rede/categorias-de-rede/wireless/23734-mercado-de-lan-esta-fadado-a-estagnacao-diz-ceo-da-aruba.html" target="_blank">iPNews</a></p>
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		<title>Dell anuncia programa de TI para o setor de saúde no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 16:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até o fim do ano, a Dell deve passar a oferecer no Brasil uma nova  modalidade de serviço, que já vem sendo comercializado há 20 anos nos  Estados Unidos: programa de TI para instituições de saúde, oferta que foi intensificada após a compra da Perot Systems, há dois anos. O programa, que abrange a oferta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-280" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/novidades/files/2011/08/DellLogo-300x300.png" alt="DellLogo" width="300" height="300" />Até o fim do ano, a Dell deve passar a oferecer no Brasil uma nova  modalidade de serviço, que já vem sendo comercializado há 20 anos nos  Estados Unidos: programa de TI para instituições de saúde, oferta que foi intensificada após a compra da Perot Systems, há dois anos. O programa, que abrange a oferta de infraestrutura de TI e serviços de gerenciamento de processos de negócios, foi apresentado no Fórum de Saúde Digital, realizado nesta terça-feira, 23, em São Paulo.</p>
<p>De acordo com a diretora de Heathcare Services da Dell Brasil, Teresa Sacchetta, a oferta não abrange apenas a construção de infraestutura, mas também a capacitação de profissionais por meio da revisão de processos e a gestão da informação para o atendimento aos clientes.</p>
<p>&#8220;Mais de 80% dos hospitais precisam reduzir seus orçamentos em até 10%&#8221;, explica Teresa. Segundo ela, uma das principais dificuldades enfrentadas pelas instituições de saúde é inserir na rotina dos profissionais uma prática que não é comum ao estilo de trabalho deles. &#8220;O foco é atender o paciente, a tecnologia não faz parte do dia a dia desses profissionais&#8221;, ressalta.</p>
<p>Outros problemas apontados pela diretora da Dell é que o setor concentra muita informação em papel e tem muitos sistemas sem integração, o que não só prejudica a rotina de hospitais e clínicas como aumenta as despesas, além de atrapalhar o atendimento aos pacientes.</p>
<p>Hoje, mais de 11 mil profissionais da Dell trabalham no projeto em diversos países do mundo, em cerca de 10 mil provedores de serviços de saúde. Alguns exemplos são o Hospital Rigshospitalet, em Copenhage, na Dinamarca, e o Touchstone Behavioral Health, em Phoenix, nos Estados Unidos, que atende mais de 500 pacientes por dia. &#8220;A tecnologia isolada não tem valor. O valor está em como você a utiliza&#8221;, sentencia Teresa.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.tiinside.com.br/23/08/2011/dell-anuncia-programa-de-ti-para-o-setor-de-saude-no-brasil/ti/237578/news.aspx" target="_blank">TI Inside Online</a></p>
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		<title>Você sabe para que serve um departamento de TI?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 16:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
Uma situação muito comum nas empresas é a dificuldade dos empresários de entender para que serve um departamento de TI. Na maioria das vezes, seus gestores são mais conhecidos como “os caras do CPD”, que resolvem o problema quando o computador resolve “dar pane”.
Mas a atualidade já mostra que o departamento de TI é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p>Uma situação muito comum nas empresas é a dificuldade dos empresários de entender para que serve um departamento de TI. Na maioria das vezes, seus gestores são mais conhecidos como <strong>“os caras do CPD”</strong>, que resolvem o problema quando o computador resolve “dar pane”.</p>
<p>Mas a atualidade já mostra que <strong>o departamento de TI é muito mais importante do que se imagina, e está diretamente ligado à lucratividade da empresa. </strong>É no setor de TI que se encontram as partes vitais da empresa: os servidores, sistemas que controlam venda, estoque, banco de dados, e-mails, entre diversos outros processos comuns no dia a dia da empresa.</p>
<p><strong> “Se um servidor vital para de funcionar, a empresa também para e é prejuízo na certa. Por isso, hoje as empresas dependem da TI para sobreviver. Investir em equipamentos modernos, em novos projetos e no gerenciamento especializado do ambiente é garantir o sucesso do negócio”</strong>, explica o sócio-diretor da Brasp, Jairo Zucolotto.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A importância do Backup</strong></p>
<p>Já imaginou o que pode acontecer se você perder todo o banco de dados da sua empresa? Contatos de clientes, fornecedores, planilhas, relatórios&#8230; Perde-se tudo! As consequências são comprovadas por estudos: eles revelaram que <strong>98% das empresas que perdem seus dados morrem em até três anos.</strong></p>
<p>Daí a importância de contar com uma política de backup adequada para o seu negócio. <strong>Backup é a cópia de todo o sistema da empresa, e sua frequência pode ser diária ou até em intervalos de minutos, de acordo com o porte ou a necessidade da empresa. O backup pode ser feito em disco, que tem uma capacidade enorme de armazenamento, ou em tape, sendo esse o método mais seguro. </strong></p>
<p>De acordo com Guilherme Curcio, sócio da Brasp, <strong>existe no mercado um tipo de equipamento de ponta que garante o armazenamento seguro das informações. É o “Storage”, um hardware que fica ligado a todos os servidores da empresa e armazena todos os seus dados, como um grande “condomínio”.</strong></p>
<p>Assim, <strong>as informações deixam de ser guardadas no servidor e passam a ser arquivadas apenas no Storage, que tem possibilidade quase nula de pane. </strong>Seu backup pode ser feito manual ou automático, dependendo do modelo.</p>
<p><strong>“A ligação do Storage com o servidor é toda redundante, em dobro, para não correr risco de perder contato. Além disso, ele manobra automaticamente o espaço destinado a cada servidor, permitindo assim um ótimo aproveitamento da sua capacidade”</strong>, ressalta.</p>
<p><span style="color: #800000"><strong>POR MÔNICA MANSUR, ASSESSORA DE IMPRENSA &#8211; BRASP</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000"><strong>Contato:</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000"><strong>(27) 9865-0785<br />
(27) 8178-5810</strong></span></p>
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		<title>Nuvem exige perfil profissional inovador e empreendedor</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 16:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando as aplicações tecnológicas para o conceito de computação em  nuvem iniciaram sua decolagem, a grande discussão entre os profissionais  de TI era o possível achatamento do campo profissional e quais empregos  a revolução na infraestrutura das empresas iria eliminar.
O que poucos souberam prever, no entanto, é a complexidade que iriam  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando as aplicações tecnológicas para o conceito de computação em  nuvem iniciaram sua decolagem, a grande discussão entre os profissionais  de TI era o possível achatamento do campo profissional e quais empregos  a revolução na infraestrutura das empresas iria eliminar.</p>
<p>O que poucos souberam prever, no entanto, é a complexidade que iriam  encontrar. O conceito introduziu uma variedade enorme de modelos  tecnológicos no leque de opções das empresas. Entre eles, terceirizar  totalmente sua infraestrutura, usar apenas aplicações departamentais,  implementar ambientes híbridos de nuvens privadas e púbicas e sistema  legado.</p>
<p>Nesse contexto, novos perfis de profissionais passaram a ser  exigidos, com profundo conhecimento de linguagens de programação,  plataformas e ampla bagagem em negócios. Mais um complicador em um  universo nacional abalado pela carência de mão de obra qualificada.</p>
<p>Segundo o analista e sócio da TGT Consult, Pedro Bicudo, a formação  do profissional de TI hoje não colabora muito com o novo cenário: ela  está muito mais voltada para tecnologia do que para gestão. São muitos  os formados em análises de sistemas e informática, mas poucos têm reais  habilidades em avaliar problemas, sistematizar e conhecer a estrutura de software a fundo para ter uma visão geral da computação em nuvem.</p>
<p>“Na realidade, a entrada de cloud computing nas empresas não muda o  papel dos melhores profissionais de TI, na essência, pois esses  continuam tendo de entender a necessidade dos negócios e buscar uma  solução para supri-la. Mas agora as formas de contratação são as mais  diversas, assim como os modelos de serviço”, diz Bicudo. Na prática, o profissional passa a ter uma variedade muito maior de  alternativas de soluções para escolher e não deve se prender apenas a  requisitos técnicos, mas econômicos e de eficácia, levando em  conta,profundamente, o tipo de negócio.</p>
<p>Para o líder do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar)  e mestre em computação pela Universidade Federal de Pernambuco, Rodrigo  Assad,as mudanças que vêm ocorrendo no mundo da informática [não só por  causa da nuvem, mas ao mercado de uma maneira geral], demandam que o  profissional entenda de tecnologia de forma abrangente. “Por muito  tempo, foi comum escolher a carreira de analista por não gostar de  programar e vice-versa. Hoje, as pessoas precisam ser generalistas sobre  todos os temas, e especializadas em uma área.”</p>
<p>Para Assad, o momento é para todos voltarem aos seus computadores,  inclusive profissionais de nível de gerência, para rever os conceitos de  programação.”Precisam entender como funcionam as aplicações, os  códigos, como é a elaboração de um software. Hoje, muitas vagas de  gerente de projeto, que se envolverá mais diretamente com a nuvem,  exigem conhecimento em programação”, diz Assad.</p>
<p>O líder do Cesar destaca, no entanto, que o mais fundamental é ter  habilidade de implementar um trabalho alinhado às regras de governança e  aos padrões de infraestrutura de serviço (ITIL), já que trabalhar com  computação em nuvem pode requerer, muitas vezes, empenho de gestão. Em  resumo, não há uma formação específica a ser buscada. O melhor é  manter-se em dia com todas as tendências de TI e estar aprendendo  sempre.</p>
<p>Bicudo acrescenta que uma habilidade fundamental do profissional de  cloud é abstrair da tecnologia, ou seja, adotar uma postura agnóstica em  relação a linguagens e plataformas. Segundo ele, não é porque uma  solução parece de qualidade superior que será melhor para a organização  do ponto de vista de negócios. “Basicamente, o profissional tem de  pensar em como reunir um portfólio de soluções com resultados. Um dos  aspectos que podem prejudicar o quadro é justamente a paixão pela TI,  quando, na verdade, o profissional precisa ter mais apego aos negócios.”</p>
<p>Somado a isso, vêm outras duas grandes habilidades fundamentais: o  desenvolvimento de postura empreendedora e a habilidade de assumir e  gerenciar riscos. “Isso inclui, por exemplo, ter perfil inovador para  combinar soluções que nunca ninguém ousou”, completa.</p>
<p><strong>10 habilidades essenciais<br />
</strong><br />
A ascensão da computação em nuvem nas empresas não foi silenciosa para  profissionais temerosos. Mas o momento é de reavaliar seu papel na  organização e as habilidades que pode buscar para atingir melhores  posições. Obviamente, é necessário entender do essencial, como  virtualização, consolidação de servidores e redes. Mas há também as  habilidades de negócios. Confira a lista com dez habilidades essenciais,  baseada na opinião de especialistas.</p>
<p><strong>Departamento técnico:</strong> entendimento do núcleo das  tecnologias que permitem a existência da computação em nuvem, como  virtualização de servidores e storage, movimentação para uma arquitetura  mais enxuta de tráfego no data center, entre outras.</p>
<p><strong>Gestão de projetos:</strong> habilidade em gerenciar todo o ciclo de vida de um projeto específico de TI.</p>
<p><strong>Conhecimentos de arquitetura:</strong> capacidade de projetar ambientes tanto dentro de casa quanto hospedados em ambientes de nuvem.</p>
<p><strong>Contratos:</strong> habilidade em negociar e gerenciar múltiplos contratos com prestadores de serviços na nuvem.</p>
<p><strong>Entrega de serviços:</strong> habilidade para negociar e seguir o fluxo de acordos de nível de serviços com clientes internos e externos.</p>
<p><strong>Comunicação:</strong> capacidade de explicar e vender computação em nuvem para as pessoas-chave em uma organização.</p>
<p><strong>Compreensão dos negócios:</strong> os profissionais de nuvem  devem ter um entendimento amplo e profundo de como os serviços da  empresa relacionados à TI podem ajudar a aprimorar os negócios.</p>
<p><strong>Liderança:</strong> habilidade em convencer as outras pessoas a apostarem na computação em nuvem.</p>
<p><strong>Inovação:</strong> ser aberto para explorar as mais novas  tecnologias e serviços baseados em nuvem e conseguir enxergar  possibilidades na combinação de diferentes soluções.</p>
<p><strong>Tomada de risco:</strong> a nuvem requer profissionais de TI dispostos a assumir riscos para o aperfeiçoamento geral da organização.</p>
<p><strong>FONTE: <a href="http://computerworld.uol.com.br/blog/profissao-ti/2011/05/26/nuvem-exige-perfil-profissional-inovador-e-empreendedor/" target="_self">COMPUTER WORLD</a></strong></p>
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		<title>Brasil é o sexto maior mercado de TI</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 18:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é, atualmente, o sexto maior mercado de tecnologia da informação ( T.I ) do mundo, com um mercado interno que movimentou, no ano passado, US$ 81 bilhões, de acordo com a empresa de consultoria International Data Corporation (IDC), líder nos segmentos de tecnologia da informação e telecomunicações. O resultado equivale a cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é, atualmente, o <strong>sexto maior mercado de tecnologia da informação ( T.I ) do mundo</strong>, com um mercado interno que movimentou, no ano passado,<strong> US$ 81 bilhões</strong>, de acordo com a empresa de consultoria<strong> International Data Corporation (IDC)</strong>, líder nos segmentos de tecnologia da informação e telecomunicações. O resultado equivale a cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de tudo o que é produzido no país.</p>
<p>As exportações do setor somaram no mesmo período US$ 2,5 bilhões. Mas, para o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, para tornar-se protagonista no cenário mundial, nas duas próximas décadas, o país terá de vencer alguns desafios, entre os quais a desoneração da folha de pagamentos. Gil participou na terça-feira (19/05) do 23º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro,<br />
<strong><br />
“O Brasil é muito competente porque o uso de tecnologia da informação é feito com supremacia mundial em várias áreas, como indústria financeira, governo eletrônico e, inclusive, na indústria manufatureira. E o mercado, que é, hoje, de US$ 1,5 trilhão, globalmente, será de US$ 3 trilhões em 2020”.</strong></p>
<p>Na avaliação de Gil, novas oportunidades serão abertas nesse cenário para o Brasil nas áreas de saúde, educação, segurança, bancos, principalmente, devido a fatores como o crescimento do grupo de países denominado Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a mudança demográfica e as novas tecnologias.</p>
<p>Para o empresário, deve-se reduzir o custo da folha de pagamento, treinar pelo menos <strong>725 mil profissionais</strong> até 2020, investir em infraestrutura tecnológica e estimular a inovação. Ele enfatizou que é preciso ter uma <strong>“mentalidade de inovação, porque tudo que nós estamos usando hoje, amanhã será obsoleto”.</strong></p>
<p><strong>Para 2020</strong>, a projeção da Brasscom é que o mercado interno de TI alcançará entre <strong>US$ 150 bilhões e US$ 200 bilhões</strong>, o que elevará a participação do setor no PIB entre 5,5% e 6%. As exportações deverão subir para US$ 20 bilhões.</p>
<p><strong>FONTE:  <a href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=78183" target="_self">ITWEB</a></strong></p>
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		<title>Mercado de outsourcing pode crescer a uma média de 9,9% ano até 2014</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 20:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil deve crescer 13% na área de Tecnologia da  Informação este ano, segundo  estudo divulgado pelo IDC. 
Com previsão de  atingir os US$ 39 bilhões, o Brasil espera superar os resultados do  mercado global de TI, que tem crescimento projetado para apenas 7% em  2011.

Segundo a consultoria, o Brasil deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span>Brasil deve crescer 13% na área de Tecnologia da  Informação este ano, segundo  estudo divulgado pelo IDC. </span></strong></p>
<p><span>Com previsão de  atingir os US$ 39 bilhões, o Brasil espera superar os resultados do  mercado global de TI, que tem crescimento projetado para apenas 7% em  2011.<br />
</span></p>
<p><span>Segundo a consultoria, o Brasil deve alcançar taxas superiores às  registradas por economias como Canadá (4%), Estados Unidos (5%) e  América Latina (11%). O gerente de pesquisas da IDC Brasil, Reinaldo  Roveri, revelou que o segmento de smartphones deve registrar a maior  alta em 2011, com crescimento previsto de 67%.<br />
</span></p>
<p><span>Roveri prevê também que o mercado de outsourcing crescerá a uma taxa  anual média de 9,9% entre 2009 e 2014, chegando a R$ 30 bilhões. “As  empresas estão implementando virtualização e, em cinco ou seis anos  começarão a ter cloud privada de fato”, observa o diretor. Outro número  divulgado pelo analista foi o de serviços de infraestrutura. O mercado  faturou R$ 777 milhões em 2009 e deve chegar a R$ 1,5 bilhão em 2014,  com taxa de crescimento anual médio de 14,8%.</span></p>
<p><strong><span>FONTE: </span><a href="http://www.tiinside.com.br/18/04/2011/mercado-de-outsourcing-pode-crescer-a-uma-media-de-9-9-ano-ate-2014/os/221247/news.aspx" target="_self">TIINSIDE</a></strong></p>
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		<title>Deputados avaliam regulamentação de profissionais de TI</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 16:15:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[UOL: 
As profissões de Analista de Sistemas e Técnico em Informática serão  regulamentadas se o Senado e a Câmara aprovarem o Projeto de lei do  Senado (PLS) 607/07, do então senador Expedito Júnior (PR-RO).  Atualmente a proposta aguarda a decisão final, em turno suplementar, da  Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>UOL: </strong></p>
<p>As profissões de <strong>Analista de Sistemas</strong> e <strong>Técnico em Informática</strong> serão  regulamentadas se o Senado e a Câmara aprovarem o <strong>Projeto de lei do  Senado (PLS) 607/07</strong>, do então senador Expedito Júnior (PR-RO).  Atualmente a proposta aguarda a decisão final, em turno suplementar, da  Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde é relatada pela senadora Marisa  Serrano (PSDB-MS).</p>
<p>De acordo com o texto em exame na CAS, a profissão de Analista de Sistemas seria exercida por pessoas diplomadas em análise de sistemas,  ciência da computação, processamento de dados ou engenharia de software.  Também estariam autorizados os profissionais que tenham exercido a  profissão comprovadamente por, pelo menos, <strong>cinco anos</strong>, assim como os que  tiverem feito graduação no exterior e revalidado seus diplomas no  Brasil.</p>
<p>A responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento  de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos,  relatórios e pareceres técnicos seria privativa de Analista de Sistemas.</p>
<p>Já a profissão de Técnico em Informática, ainda de acordo com a proposta,  seria exercida por profissionais com curso técnico de informática ou de  programação de computadores (em nível de ensino médio ou equivalente) e  por quem tenha exercido essa profissão, comprovadamente, por pelo menos <strong> quatro anos</strong>.</p>
<p>Esses profissionais teriam, ainda segundo a proposta, uma jornada de  trabalho de<strong> 40 horas semanais</strong>. Compensação de horários e redução da  jornada poderiam ser feitas mediante acordo ou convenção coletiva de  trabalho.</p>
<p>Para os profissionais com atividades com esforço repetitivo, a  jornada seria de<strong> 20 horas semanais</strong> com, no máximo, cinco horas diárias,  incluído descanso de 15 minutos.</p>
<p>O projeto já foi discutido em audiências públicas e aprovado pelas  comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática  (CCT) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).</p>
<p>Na CAS, onde receberá decisão terminativa, a proposta foi aprovada na  forma de substitutivo, o que exige a votação em turno suplementar.  Depois de aprovada nesta comissão, a matéria será enviada à Câmara  dos Deputados.</p>
<p><strong><em>*Com informações da Agência Câmara</em></strong></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://computerworld.uol.com.br/blog/profissao-ti/2011/03/11/deputados-avaliam-regulamentacao-de-profissionais-de-ti/" target="_blank">IDG Now!</a></strong></p>
<p><em><br />
</em></p>
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		<title>Formação em TI garantiria emprego a 70 mil</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 16:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO: 
Mais de setenta mil brasileiros estariam empregados se  tivessem formação em TI. Em 2013, esse número subirá para 200 mil, de  acordo com a Right Managment Consultoria.
Garantir o funcionamento dos sistemas de informática;  gerenciar a manutenção e segurança das informações, dos servidores e dos  equipamentos da rede; realizar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO: </strong></p>
<p>Mais de setenta mil brasileiros estariam empregados se  tivessem formação em TI. Em 2013, esse número subirá para 200 mil, de  acordo com a <strong>Right Managment Consultoria</strong>.</p>
<p>Garantir o funcionamento dos sistemas de informática;  gerenciar a manutenção e segurança das informações, dos servidores e dos  equipamentos da rede; realizar a atualização do site e de softwares;  assessorar no processo de aquisição dos equipamentos de informática;  desenvolver softwares que sejam identificados como necessários para a  empresa; controlar e avaliar os equipamentos e o desempenho da equipe,  nos diversos níveis, por sistema, programa, turno de operação e tipo de  equipamento e dar consultoria e treinamento. Essas são apenas algumas  das diversas funções do profissional de Tecnologia da Informação.</p>
<p>Apesar de ser uma carreira em que se paga bem, selecionar um  profissional de TI é uma tarefa complicada para muitas empresas. As  vagas neste setor estão entre as <strong>dez</strong> mais difíceis de serem preenchidas.</p>
<p>Para Rodrigo Losina, diretor da <strong>Alfamídia Treinamentos</strong>,  empresa especializada em capacitação profissional, o problema começa na  extinção dos profissionais que se interessam por matemática, lógica,  cálculo e exatas. <strong>“O MEC divulgou que 70% dos jovens brasileiros prefere  as [áreas de] humanas, o que explica, em um primeiro momento, a raiz de  toda a problemática”</strong>, argumenta.</p>
<p>Segundo ele, para trabalhar na área, <strong>dominar o inglês é  fundamental</strong>, sobretudo na leitura e na conversação. O executivo não  considera indispensável realizar uma faculdade para conseguir um  emprego. No entanto, possuir nível superior em TI representa um forte  impacto em quanto o profissional irá crescer na área ao longo do tempo,  avalia.</p>
<p><strong>Investir em certificações</strong> é outra dica do executivo para  conseguir conquistar boas oportunidades na carreira. Para Losina, esses  exames são relevantes para se destacar como um bom profissional. Ele  também aponta como fundamental, durante um processo seletivo, ter  domínio sobre determinadas ferramentas ou linguagens. Em regra, diz ele,  isso está mais vinculado à experiência prévia ou a cursos de  especialização.</p>
<p>De acordo com Losina, um profissional que demonstra, em seu  portfólio, estar continuamente se reciclando e buscando novos  aprendizados é um profissional que não se tornará ultrapassado no  futuro. Portanto, naturalmente será o mais cobiçado pelas empresas.</p>
<p>Entretanto, é recomendável que o profissional esteja bem  seguro em relação à intenção de atuar em TI antes de investir anos de  estudo na carreira. Estar atualizado é importante em várias profissões.  Em tecnologia, é essencial.</p>
<p>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/formacao-em-ti-garantiria-emprego-a-70-mil-04032011-2.shl" target="_blank">Info Exame</a></p>
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		<title>Rotatividade da mão de obra de TI</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 18:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NO TI INSIDE ONLINE:
Algumas organizações têm uma alta rotatividade do  pessoal de desenvolvimento de TI. A saída, por qualquer motivo, de um  funcionário representa uma perda de capital humano e gera um custo de  substituição (recrutamento, seleção, contratação e treinamento) que pode  ser bastante alto, chegando até 50% do salário anual. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>NO TI INSIDE ONLINE:</strong></p>
<p><span>Algumas organizações têm uma alta rotatividade do  pessoal de desenvolvimento de TI. A saída, por qualquer motivo, de um  funcionário representa uma perda de capital humano e gera um custo de  substituição (recrutamento, seleção, contratação e treinamento) que pode  ser bastante alto, chegando até 50% do salário anual. Porém, é  importante que se diga que a rotatividade da mão de obra não é algo  intrinsecamente ruim. Dentro de certos limites a rotatividade é positiva  e até desejável. Novos funcionários trazem consigo novas experiências e  um novo olhar para os problemas da organização. Podem também ser uma  forma de incorporar rapidamente o estado da arte, tecnologias e  metodologias de trabalho ainda não disponíveis dentro da organização.<br />
</span></p>
<p><span>O mercado de trabalho em TI tem uma demanda não atendida de  profissionais com alta qualificação. Isto ocorre por conta da rápida  evolução de certas tecnologias que nem sempre é acompanhada pelos  mecanismos de formação e reciclagem profissional. Empresas que  desenvolvem</span><span> projetos que utilizam tecnologias mais recentes necessitam  de profissionais que são cobiçados pelo mercado. Outro aspecto a  considerar é a crescente prática de terceirização do desenvolvimento ou  da equipe de desenvolvimento de projetos de TI. Nestas condições, existe  uma tendência de precarização das relações de trabalho e diminuição do  comprometimento organizacional. Assim, é razoável supor que muitas  empresas continuarão a ter altos índices de rotatividade em suas equipes  de desenvolvimento.<br />
</span></p>
<p><span>Em algumas organizações a gestão do nível de rotatividade é um  problema sério. Ela é alta e não há perspectivas de curto prazo para sua  redução. Nestes casos, a empresa pode voltar seus esforços para reduzir  seus efeitos negativos. </span></p>
<p><span>Nesta linha, Ress, Nakano e Moraes (2010) relatam uma recente  experiência de sucesso (ver e<a href="http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2010_TN_STO_120_783_16859.pdf" target="_blank"> http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2010_TN_STO_120_783_16859.pdf</a>).  Trata-se de uma organização com duas unidades independentes de  desenvolvimento, ambas com problemas de performance em seus projetos. O  principal indicador de performance de projetos da organização é a  observância aos prazos. Pode-se constatar empiricamente uma  significativa correlação entre a rotatividade da mão de obra e os  atrasos nos projetos. Uma das unidades de </span><span>desenvolvimento implantou uma estrutura para gestão do trabalho  colaborativo. Nela a especificação funcional e técnica são armazenadas  na base de dados do software colaborativo. Para cada item de um  cronograma é criado um chamado o qual aponta para a documentação. O  chamado permite ter acesso ao código fonte através de um sistema de  controle de versão. E associado a esta estrutura há um ferramenta para  gerenciamento e automação dos projetos de software que contém uma  descrição de toda a construção do projeto, suas dependências em outros  módulos e componentes e a sua seqüência de construção.<br />
</span></p>
<p><span>Vários benefícios foram obtidos com a implantação desta estrutura,  mas quero destacar aqui que esta unidade conseguiu eliminar a relação da  rotatividade do pessoal de desenvolvimento com o desempenho dos  projetos (medido através dos atrasos).<br />
</span></p>
<p><span>O papel deste tipo de ferramenta não deve ser reduzido ao de  documentação, apenas. A lógica do registro formal das atividades seria a  de, através de padrões e procedimentos organizacionais de documentação e  registro, tornar a empresa menos dependente do conhecimento que as  pessoas têm de seu trabalho. Assim, uma pessoa seria mais facilmente  substituída já que existe dentro da organização um registro do andamento  de suas atividades de projeto. Seu substituto, conhecendo estes  procedimentos e padrões, teria condições de rapidamente dar continuidade  às tarefas em andamento de seu antecessor. Esta idéia, de capturar o  conhecimento (ou o saber) dos funcionários é antiga. Taylor já a  defendia no início do século passado.<br />
</span></p>
<p><span>Como ferramentas de gestão de conhecimento, os softwares para gestão  dos documentos de projetos e apoio ao trabalho colaborativo devem ser  vistos como uma alternativa para transformação do conhecimento tácito em  explícito, e parte do processo de aprendizagem organizacional.<br />
</span></p>
<p><span>Assim, a implantação deste tipo de ferramenta deve ser pautada sob  esta ótica, a do desenvolvimento de certas competências que são  importantes para a organização e que podem ser importantes para carreira  de muitos de seus profissionais, e que não visa capturar o conhecimento  dos seus funcionários e sim gerar e disseminar novos conhecimentos  dentro da organização através de processos de transformação do  conhecimento explícito em tácito e vice versa.</span></p>
<p>Renato de Oliveira Moraes é diretor de Educação da Fundação  Vanzolini (www.vanzolini.org.br), entidade gerida por professores do  Departamento de Engenharia de Produção da Universidade de São Paulo. Ele  participa do grupo de Gestão da Tecnologia da Informação e seus  interesses de pesquisa incluem Gestão da TI, Gestão da Inovação, Gestão  de Projetos e Análise Multivariada de Dados. Possui graduação em  Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo (1988) e doutorado  em Administração pela Universidade de São Paulo (2004). Possui 16 anos  de experiência no ensino superior. Email: remo@usp.br</p>
<p><span>Fonte:<a href="http://www.tiinside.com.br/21/02/2011/rotatividade-da-mao-de-obra-de-ti/os/214836/news.aspx" target="_blank"> </a></span><a href="http://www.tiinside.com.br/21/02/2011/rotatividade-da-mao-de-obra-de-ti/os/214836/news.aspx" target="_blank">http://www.tiinside.com.br/21/02/2011/rotatividade-da-mao-de-obra-de-ti/os/214836/news.aspx</a></p>
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