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	<title>Segurança</title>
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	<description>É fundamental manter seguro o conteúdo da sua empresa.</description>
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		<title>Segurança: maioria das fraudes é cometida por funcionários</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 12:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Complexidade da TI foi apontada por cerca  de 40% das empresas que participaram do estudo da consultoria Kroll  como principal causa da falsificação de dados.
Por Joan Goodchild, da CSO (US)


As fraudes custaram às empresas 2,1% dos ganhos nos últimos 12 meses,  o que em um ano equivale a uma semana de receita, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Complexidade da TI foi apontada por cerca  de 40% das empresas que participaram do estudo da consultoria Kroll  como principal causa da falsificação de dados.</strong></p>
<p><em>Por <span>Joan Goodchild, da CSO (US)</span></em></p>
<h4><span></span></h4>
<div>
<p>As fraudes custaram às empresas 2,1% dos ganhos nos últimos 12 meses,  o que em um ano equivale a uma semana de receita, de acordo  com pesquisa mundial anual sobre fraudes, realizada pela consultoria  Kroll, que envolveu mais de 1.220 executivos sêniores ao redor do  mundo.</p>
<p>Essa pesquisa também traz dados positivos: o número de fraudes  diminuiu no último ano. Entre os entrevistados, 75% relataram algum tipo  de golpe, em contraste com os 88% em 2010.</p>
<p>Entretanto, as fraudes continuam sendo trabalhos internos e essa  prática tem aumentado, segundo o estudo. Os dados deste ano mostram que  60% dos casos foram cometidos por funcionários das empresas, contra 55%  na última pesquisa.</p>
<p>“É importante lembrar que esse número traz apenas os casos em que o  responsável foi descoberto”, afirmou o diretor sênior de Business  Intelligence e Investigações da Kroll, Richard Plansky. “Acho que é  justo dizer que a porcentagem é significativamente alta quando levamos  em conta todos os casos. Pelo que temos observado nos últimos anos, esse  número é um reflexo de uma economia que é cada vez mais baseada em  informação.”</p>
<p>No geral, a preocupação com fraudes subiu 15% entre os executivos em  todo o mundo, liderada pelo roubo de informações, corrupção e suborno.  Metade das empresas entrevistadas disse que tem vulnerabilidade média ou  alta ao roubo de informações, contra 38% em 2010. A complexidade da TI é  a principal causa da exposição crescente das fraudes, citada por 36%  dos entrevistados em comparação com 28% no ano passado.</p>
<p>&#8220;Em comparação com dez anos atrás, cada vez mais o valor de uma  empresa passa de coisas tangíveis para ideias, e elas tendem a viver em  sistemas na forma de dados digitais&#8221;, declarou Plansky. &#8220;É aí que está o  valor das companhias e os funcionários têm acesso tremendo a essas  informações. Esse é um caso em que a tecnologia é verdadeiramente uma  faca de dois gumes. Esses maravilhosos e sofisticados sistemas de TI dão  fácil acesso a dados sensíveis a uma ampla gama de empregados. Isso é o  lado positivo e também o negativo&#8221;.</p>
<p>De fato, as empresas relataram maior incidência de roubo de  informações e dados eletrônicos, incluindo serviços financeiros (29%),  tecnologia de mídia e telecomunicações (29%), saúde, produtos  farmacêuticos e biotecnologia (22%) e serviços profissionais (23%).</p>
<p>Cerca de uma em cada quatro empresas reportaram ter sofrido roubos  físicos de caixa (ativos e inventários ou roubo de informações),  porcentagem menor que em 2010. Gestão de conflitos de interesse (21%);  fraude de vendedor, fornecedor ou aquisição (20%) e fraude financeira  interna (19%), todos apresentaram aumentos notáveis em relação ao ano  passado. A incidência de corrupção e suborno quase dobrou, passando de  10% para 19%.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/11/14/seguranca-maioria-das-fraudes-e-cometida-por-funcionarios/" target="_blank">IDG Now</a></div>
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		<title>Consumerização de TI traz novos desafios para empresas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 16:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O crescente uso de dispositivos móveis, como  smartphones e tablets, e de redes sociais no ambiente corporativo vem  fazendo com que as empresas se tornem cada vez mais expostas a ameaças e  ao risco de vazamento de dados, o que vem aumentando a pressão sobre os  gestores de TI. E o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><strong>O crescente uso de dispositivos móveis, como  smartphones e tablets, e de redes sociais no ambiente corporativo vem  fazendo com que as empresas se tornem cada vez mais expostas a ameaças e  ao risco de vazamento de dados, o que vem aumentando a pressão sobre os  gestores de TI.</strong> E o cenário futuro não é nada tranquilizador. &#8220;É um  novo vetor. Uma nova dificuldade para as empresas enfrentarem, em razão  principalmente da expansão do uso de dispositivos móveis e de redes  sociais&#8221;, observa José Roberto de Oliveira Antunes, gerente de  engenharia de sistemas da McAfee no Brasil. <strong>&#8220;As empresas estão cada vez  mais submetidas aos riscos trazidos pelas novas tecnologias, por isso  devem se preocupar em promover as melhores práticas de segurança da  informação&#8221;</strong>, alerta André Carraretto, diretor de engenharia de sistemas  da Symantec Brasil. </span></p>
<p><span>Nos últimos anos, de acordo com empresas de  segurança na web, os ataques têm tido como alvo preferencial os usuários  do Facebook e do Twitter, e de aparelhos móveis que utilizam o sistema  operacional Android, do Google, e o iPhone, da Apple. Uma pesquisa  recente divulgada pela fabricante de software de segurança McAfee aponta  que o número de malware para smartphones cresceu 46%, na comparação de  2009 com o ano passado. Outro estudo, este da Kaspersky Lab, revela que  os ataques de programas maliciosos direcionados a usuários de  plataformas móveis saltou 65% no período, com cerca de mil variantes de  153 diferentes famílias de ameaças. </span></p>
<p><span>Diante desse quadro, especialistas em segurança da  informação dizem que o desafio que se impõe hoje às empresas é como  lidar com o fenômeno que ficou conhecido como <strong>consumerização da TI</strong>, a  pressão dos funcionários para utilizar novas tecnologias no trabalho. Um  estudo inédito conduzido pela Intel e pela Maritz Research investigou o  impacto da consumerização nos departamentos de TI e no comportamento  dos funcionários. Dividida em três etapas, a pesquisa acompanhou o  dia-a-dia de funcionários e departamentos de TI para entender quão  graves são os conflitos gerados pelo fenômeno e que efeitos eles geram  na produtividade da empresa. </span></p>
<p><span>O levantamento revelou um cenário bastante complexo  para o gestor de TI. O obstáculo mais mencionado por eles foi a questão  da segurança: expandir as opções em termos de dispositivos, serviços ou  software pode abrir novas brechas na segurança de todo o sistema da  companhia. Para piorar a situação, há um consenso entre os CIOs de que  os maiores riscos vêm dos próprios usuários, que acabam criando  vulnerabilidades de segurança com o uso de smartphones e de redes  sociais no ambiente de trabalho. Isso acontece também porque esses sites  e dispositivos são a forma mais fácil de se chegar à empresa, observa o  presidente da Fortinet para o Brasil e América Latina, Pedro Paixão. <strong> Ele alerta que, ao usarem redes sociais no trabalho, os funcionários  muitas vezes podem revelar informações confidenciais, sem nem mesmo  saber que são valiosas. &#8220;Essa democratização gera um problema maior para  as empresas controlarem a segurança, pois facilita os ataques e a  propagação de malware&#8221;, diz Paixão. </strong></span></p>
<p><span>O diretor de engenharia de sistemas da Symantec  Brasil, André Carraretto, diz que as redes sociais representam duas  vertentes de perigos principais. Uma delas diz respeito ao fato de  muitas empresas já estarem utilizando as redes sociais como ferramenta  de marketing ou para se relacionarem com os clientes, o que potencializa  o risco de vazamento de informações confidenciais. A outra vertente  refere-se justamente aos dispositivos móveis, já que os usuários, que  acessam a rede corporativa com seus dispositivos, podem receber algum  código malicioso no aparelho por meio do site de relacionamento e com  isso propagá-lo por toda a empresa. &#8220;O dispositivo móvel muitas vezes é  do funcionário e não dá empresa, e ele usa como quiser. Muitas vezes, ao  conectar-se à rede da empresa, ele traz um risco muito grande&#8221;, diz  Antunes. Para minimizar esse problema, ele diz que as empresas devem  investir na compra de soluções de mobilidade para repassá-las aos  funcionários, mas já com ferramentas de segurança integradas para  prevenir possíveis ataques. &#8220;As empresas já estão olhando a mobilidade e  têm montado estruturas para municiar os funcionários com dispositivos  móveis já equipados com soluções de segurança. Mas isso ainda é muito  incipiente e tem ocorrido apenas para os funcionários de cargos mais  altos&#8221;, enfatiza. </span></p>
<p><span>Os especialistas em segurança salientam que é  crucial para as empresas educarem os funcionários sobre o uso de  dispositivos móveis e redes sociais no ambiente corporativo. &#8220;O  importante é a educação do usuário e estabelecer políticas de  segurança&#8221;, ressalta Paixão. &#8220;As empresas não podem barrar o uso de  dispositivos móveis e redes sociais, por isso precisam criar políticas  de uso para impedir o vazamento de informações confidenciais. Essa  questão de cultura é essencial. Por mais tecnologia que você coloque  você sempre tem que ter uma atenção especial com a questão da educação&#8221;,  finaliza Antunes. </span></p>
<p><span><strong>FONTE: <a href="http://www.tiinside.com.br/06/05/2011/-consumerizacao-de-ti-traz-novos-desafios-para-empresas/ti/223320/news.aspx" target="_self">TI INSIDE Online</a></strong><br />
</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
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		<title>McAffe lança plataforma de segurança para banco de dados</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 18:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Plataforma promete proteção sem custo de desempenho.
A McAfee anunciou nesta quinta-feira (19) o lançamento de uma nova  solução de segurança para bancos de dados. Segundo a empresa, os  recursos da solução de controles de acesso, sistemas de segurança para  redes e servidores, criptografia e gestão centralizada possibilitam  redução dos riscos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Plataforma promete proteção sem custo de desempenho.</strong></p>
<p>A McAfee anunciou nesta quinta-feira (19) o lançamento de uma nova  solução de segurança para bancos de dados. Segundo a empresa, <strong>os  recursos da solução de controles de acesso, sistemas de segurança para  redes e servidores, criptografia e gestão centralizada possibilitam  redução dos riscos e o aumento de eficiência.</strong></p>
<p>Pesquisa realizada pela Evalueserve averiguou que <strong>os bancos de dados  são a parte mais difícil de ser protegida na infraestrutura de TI</strong>. A  pesquisa mostrou que mais de 92% dos registros violados envolveram um  banco de dados e mais de 87% sofreram explorações que exigem grande  capacidade técnica.</p>
<p><strong>“Os dados são a força vital de qualquer  organização. A perda ou violação desses pode significar um desastre”,  diz Stuart McClure, vice-presidente sênior e gerente-geral da unidade de  negócios, riscos e conformidade da McAfee. “Desenvolvemos uma solução  de segurança abrangente para proteger até mesmo os mais dinâmicos  ambientes de banco de dados.”</strong></p>
<p>Entre os recursos da nova plataforma está o sistema  <strong>Vulnerability Manager for Databases</strong>, que descobre automaticamente todos  os bancos de dados da rede, reúne um inventário completo de detalhes de  configuração, determina se os patches mais recentes foram aplicados e  examina a presença de vulnerabilidades.</p>
<p>A McAfee garante que, com a solução,<strong> o ambiente de  servidores, físico ou virtual, é protegido sem afetar a velocidade dos  bancos de dados</strong>. Para completar a solução, a empresa oferece a terceira  camada de defesa nos próprios dados, estejam eles em repouso ou em uso,  através do<strong> Data Loss Prevention (DLP)</strong>, solução que contribui para  <strong>garantir a integridade dos dados e utiliza políticas para evitar a  transmissão indevida de dados essenciais.</strong></p>
<p>A solução de segurança é gerenciada pelo <strong>ePolicy  Orchestrator (ePO)</strong> e inclui o <strong>Database Activity Monitoring (DAM)</strong>, com o  qual é possível rastrear as alterações no banco de dados e proteger  dados sigilosos contra ameaças externas e fontes internas  mal-intencionadas, com alertas em tempo real e encerramento de seções.</p>
<p><strong>“É  fundamental ter a capacidade de proteger os dados em repouso, em  movimento e em uso por meio de controle de acesso, criptografia e  auditoria”, diz Carl Olofson, vice-presidente de pesquisa de software de  gerenciamento de bancos de dados e integração de dados da IDC. “A  capacidade de rastrear problemas de vulnerabilidade é um grande  diferencial que as empresas estão procurando, ao escolher suas soluções  de segurança para bancos de dados.”</strong></p>
<p><strong>FONTE: <a href="http://ipnews.com.br/telefoniaip/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=21165:mcafee-lanca-plataforma-de-seguranca-para-bancos-de-dados&amp;catid=67:seguranca&amp;Itemid=566" target="_self">IPNEWS </a></strong></p>
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		<title>Vazamento de dados: quatro formas de prevenção</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 18:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça as maiores falhas de segurança interna e saiba como se defender quando o assunto são seus preciosos dados.
Pesquisa recente da consultoria Ernst &#38; Young, realizado em 61  países com 1800 participantes, revela que garantir a segurança dos dados  é a principal preocupação (45%) das empresas para os próximos 18 meses.  No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conheça as maiores falhas de segurança interna e saiba como se defender quando o assunto são seus preciosos dados.</em></p>
<p>Pesquisa recente da consultoria Ernst &amp; Young, realizado em 61  países com 1800 participantes, revela que garantir a segurança dos dados  é a principal preocupação (45%) das empresas para os próximos 18 meses.  No Brasil, a pesquisa consultou 35 empresas e profissionais de  segurança dentro das companhias.</p>
<p>Quase 90% das empresas planejam aumentar ou manter investimentos em  Gestão de Riscos (SI). As tecnologias que se destacam são a de contenção  de vazamento de dados (DLP) e virtualização. O treinamento e  conscientização dos funcionários também vão receber aumento de  investimentos de 39% das companhias que responderam à pesquisa.</p>
<p>Outro foco de problemas são os ex-funcionários: 75% das empresas  demonstraram grande preocupação com eles, mas 42% não entendem todos os  potenciais riscos associados &#8211; apenas 26% estão tomando medidas em  relação à questão. Além disso, Mais de 70% das empresas realizam  programas de conscientização em Segurança da Informação, mas menos de  50% usam tendências atuais.</p>
<p>Se você é responsável por gerir a área de segurança, sabe das  dificuldades intrínsecas a essa atribuição. Consultamos especialista e  profissionais do setor para levantar quais os maiores riscos de  segurança, hoje, e como se prevenir deles.</p>
<p><strong>Registrar e monitorar</strong></p>
<p>Levantamento recente realizado pela Verizon informa que 87% dos casos de vazamento de informação estavam registrados nos logs do servidor. Ainda assim, 60% dessas ocorrências foram descobertas externamente.</p>
<p>Os logs costumam gerar uma falsa sensação de segurança. Isso se dá em função da interpretação errônea da equipe de TI sobre as  funções de registro e de monitoramento oferecidas pelos arquivos, normalmente, em  formato texto. “Tudo que essa função faz é registrar as ocorrências”, diz o  engenheiro de segurança da EnerNex Corporation, Slade Griffin.  “Os profissionais  de TI dizem que registram tudo, mas, não respondem quem lê esses logs?”</p>
<p>Em empresas menores é possível verificar os logs de forma manual. É o que acontece na empresa de automação elétrica ENE Systems, sediada no estado norte-americano de Massachusetts. Um dia por semana, determinado funcionário passa o dia revisando os registros – antes de qualquer suspeita de vazamento de dados. Barry Thompson, gerente dos serviços de rede da empresa, avaliada em 30 milhões de dólares, comanda uma equipe de 140 funcionários. Apesar de concentrar as verificações em saídas irregulares de informações do sistema, também monitora atividades que possam caracterizar pornografia, jogatina ou homofobia na rede corporativa.</p>
<p>Em organizações maiores, porém, essa verificação manual é impraticável, deixando apenas duas opções abertas. Leitura sistemática ou a aquisição de softwares para realizar esse trabalho de forma minuciosa. Esses programas não são muito populares, diz o estudo da Verizon.</p>
<p>Às vezes, os departamentos de TI não têm conhecimento pleno acerca das capacidades de seus softwares, e não é necessário ter programas de última geração, e, sim, questão de usar essas soluções. Por exemplo: existem casos em que empresas compram os programas que verificam os logs somente para atender aos requisitos de auditorias ou de um grande cliente. Aprovadas no teste de políticas de segurança, as organizações esquecem da existência dos programas.</p>
<p>Na perspectiva de Nick Leavy, gerente de operações e de segurança das informações na instituição Center for American Progress, sediada em Washington, nos EUA, as empresas fariam um grande favor a si mesas se usassem  os recursos que têm em mãos de forma otimizada.</p>
<p>Uma maneira de fazer isso é ler o manual de operações dos softwares fornecidos. Treinamentos e tutorias em vídeo são alguns dos serviços que os provedores das soluções oferecem comumente e passam despercebidos nas equipes de TI.</p>
<p>As ferramentas de verificação de log são muito boas em detectar anomalias, ao passo que determinados sistemas podem agir de forma inconveniente e gerar um volume alto de alertas, muitas vezes desnecessários.</p>
<p>O relatório da Verizon sugere que, em vez de procurar por uma agulha no palheiro (referindo-se a verificação manual), as empresas devam optar por um híbrido que una a tecnologia às leituras realizadas por pessoas. “Fiquem atentos às grandes alterações nos logs”, diz o relatório. Normalmente, esses sinais são linhas muito longas ou um salto/uma queda abrupta no volume de arquivos.</p>
<p><strong>Configuração do ambiente de rede</strong></p>
<p>Com a expansão do ambiente de rede vem o enfraquecimento da segurança. Aplicativos novos trazem configurações padrão que merecem ser verificadas com a finalidade de eliminar exposições desnecessárias. Um exemplo disso são softwares SQL que, de forma automática, conferem ao usuário poderes de administrador da base de dados. Quem dá o alerta é o fundador da Graves Security Chad Graves.</p>
<p>Limitar o acesso à internet é outra maneira de incrementar a segurança. Ao configurar um servidor, determine se necessita de acesso ininterrupto à web. “Alguns serviços, por exemplo, precisam se conectar apenas momentaneamente para atualizar seus arquivos”, diz Levay.</p>
<p>Levay informa que ele costuma dividir a rede de sua empresa em várias subredes, assim pode manter melhor o controle sobre as atividades entre clientes e servidores e detectar tráfego suspeito.</p>
<p>Existe, ainda, a questão de redes com sistemas de segurança pouco robustos. Thompson diz que redes sem criptografia são as mais vulneráveis e, infelizmente, comuns em empresa de pequeno e de médio porte. “Grandes organizações se protegem, na maioria das vezes, usando WEP. Um tipo de criptografia considerado por Thompson e por outros como fraco demais.</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p align="left">Educar de maneira contínua seus funcionários é a maneira mais rápida para se tornar impopular  em uma empresa. “Os usuários finais veem cada vez mais fazendo parte do sistema de segurança interno da corporação, um tipo de rede de confiança mútua”, afirma Larry Ponemon, fundador e presidente do conselho do Ponemon Institute LLC. Para muitos chefes de TI, os usuários tendem esquecer rapidamente o que lhes é ensinado. Ainda assim a importância desses treinamentos não pode ser ignorada.</p>
<p>Um líder de TI do Ponemon, por exemplo, tomou o tempo necessário para explicar aos funcionários porque não deveriam instalar determinados aplicativos para smartphone. Mais precisamente aqueles baseados na internet, como o TripIt, Twitter e aplicativos do Google. Todos podem ser usados por hackers para invadir a rede de celulares e de PCs. Com a medida, 80% dos funcionários deixaram de baixar tais aplicativos.</p>
<p>Levay concorda:  “A educação dos usuários é uma das grandes ferramentas de que dispomos atualmente”.</p>
<p>“Senhas fracas”, inclui Levay, “são outra ameaça enorme em todos os departamentos de TI”. Por ocasião de uma reunião semanal com empregados, Levay explicou por dez minutos a importância de senhas robustas na próxima vez que os colaboradores forem solicitados a criar novos códigos de acesso.</p>
<p>E jamais, mas, jamais, ignore o poder do monitoramento. Funcionário ciente do fato de ser observado funciona bem como maneira a prevenir qualquer operação de má fé por parte dos colaboradores. “Descobrimos que o melhor jeito de manter a segurança dos dados é lembrar a todos que são alvo de constante vigilância”, diz Graves.</p>
<p><strong>Direitos de acesso</strong></p>
<p>Criar rotinas que verificam o acesso privilegiado de usuários a determinados dados é crucial. Thompson usa o serviço Active Directory, da Microsft, para criar grupos de usuários com direitos de acesso privilegiado e monitorar o uso desses direitos. Cada grupo tem diretrizes de acesso diferentes. “Se eu quiser ver a lista de usuários com acesso a determinados dados basta eu gerar um relatório. Assim também sei que tipo de direitos esses usuário têm sobre os dados”, diz.</p>
<p>Apesar da praticidade que esses recursos oferecem, eles são limitados. A ocorrência mais comum é um usuário ter seus direitos de acesso sequestrados por algum hacker, que passa a assumir a identidade desse participante.</p>
<p>Levay adotou um esquema de verificação das atividades de cada usuário. Eles recebem um relatório de seus últimos acessos e são solicitados a confirmar que realmente realizaram tais ligações. “Essa rotina, que ocupa poucos minutos por semana, é a solução para o eterno pesadelo do seqüestro de identidade por parte de um hacker”, afirma Levay.</p>
<p>É claro que nem esse tipo de verificação é um antídoto contra colaboradores que tenham vendido as almas para a concorrência. Mas existem sinais que evidenciam tais perigos.</p>
<p>Um desses sinais é o fato de empregados que têm algum risco de fazer isso, terem também em suas fichas profissionais uma citação, por menor que seja. Uma empresa cliente da Ponemon, por exemplo, teve em seu departamento de TI uma administradora de sistemas que, ao suspeitar que seria demitida, corrompeu a base de dados do empregador. Uma análise mais detalhada no histórico dessa funcionária revelou que em apenas três anos ela havia “perdido” 11 laptops. Possivelmente as pessoas responsáveis pela liberação de novos laptops não registravam a emissão do equipamento ou achavam tratar-se de uma informação pouco útil.</p>
<p>Esse exemplo evidencia bem a miopia presente nos esquemas ou na avaliação das informações de segurança das empresas e de seus departamentos de TI.</p>
<p>FONTE: <a href="http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2010/12/01/vazamento-de-dados-quatro-formas-de-prevencao/">http://computerworld.uol.com.br</a></p>
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		<title>Taxa de spam cai, mas malware crescem</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 12:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
O relatório anual da empresa de segurança Fortinet, divulgado  ontem (02), aponta que a taxa de envio de spams em todo o mundo diminuiu  12%, porém ataques com códigos maliciosos não pararam de crescer.
De acordo  com o relatório, a taxa de spam caiu em consequência do fechamento  da rede Bredolab pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-55" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/seguranca/files/2010/12/SPAM-20101203110625.jpg" alt="SPAM-20101203110625" width="450" height="263" /></p>
<p>O relatório anual da empresa de segurança Fortinet, divulgado  ontem (02), aponta que a taxa de envio de spams em todo o mundo diminuiu  12%, porém ataques com códigos maliciosos não pararam de crescer.</p>
<p>De <a href="http://www.fortiguard.com/report/roundup_november_2010.html">acordo  com o relatório</a>, a taxa de spam caiu em consequência do fechamento  da rede Bredolab pelas autoridades holandesas. A rede zumbi era usada  por cibercriminosos para a venda de produtos falsificados e continha 140  servidores.</p>
<p>Logo após a queda dos servidores da Bredolab no  início de novembro, a taxa de spam caiu 26%. Mas até o fim do mês houve  uma recuperação e o spammers diminuíram essa diferença.</p>
<p>Outra rede botnet (rede zumbi) conhecida como Koobface também  teve 3 servidores fechados na Inglaterra. A rede ficou conhecida por  espalhar códigos maliciosos pelo Facebook.</p>
<p>Embora o fechamento tenha afetado a rede, os criminosos  reverteram a situação ao utilizar contas FTP roubadas para seqüestrar  novos servidores.</p>
<p>Com relação aos ataques de malware, o relatório apontou  crescimento especialmente nos países líderes em disseminar essas pragas.  EUA segue líder com 35% dos ataques, seguido do Japão com 22% e Coréia  do Sul, com 12,5%.</p>
<p>Também foram encontradas vulnerabilidades zero-day (falhas em  softwares ainda desconhecidas) nos programas Shockwave e Flash (da  Adobe), Microsoft PowerPoint, QuickTime (da Apple), e o Internet  Explorer.</p>
<p>Todas essas brechas foram citadas pela Fortinet como sendo  críticas, pois deixam as aplicações abertas para receber ataques que  rodam códigos maliciosos.</p>
<p>FONTE: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/taxa-de-spam-cai-mas-malwares-crescem-03122010-19.shl">info.abril.com.br</a></p>
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		<title>Monitore sua empresa em tempo real</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 17:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[-
A manutenção da segurança deixou de ser exclusividade de empresas terceirizadas. Entenda como novas tecnologias são eficazes.
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(Simulação do sistema em funcionamento &#8211; 35 câmeras em tempo real).
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Graças aos avanços tecnológicos, é possível não apenas monitorar em tempo real o que acontece, mas também fazer isso à distância.
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Uma das grandes vantagens dessa tecnologia, é o Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #ffffff">-</span></h3>
<h3><span style="color: #333333"><em>A manutenção da segurança deixou de ser exclusividade de empresas terceirizadas. Entenda como novas tecnologias são eficazes.</em></span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><img class="alignnone size-full wp-image-44" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/seguranca/files/2010/05/Câmeras-IP-Como-funciona.jpg" alt="Câmeras IP - Como funciona" width="580" height="312" /></h3>
<h4 style="text-align: right">(Simulação do sistema em funcionamento &#8211; 35 câmeras em tempo real).</h4>
<h3><span style="color: #ffffff">-</span></h3>
<h3><span style="color: #808080">Graças aos avanços tecnológicos, é possível não apenas monitorar em tempo real o que acontece, mas também fazer isso à distância.</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">Uma das grandes vantagens dessa tecnologia, é o Sistema VioStor, que possibilita o <strong>gerenciamento em tempo real de até 40 câmeras IP em qualquer computador que tenha acesso à internet.</strong> Por meio do browser, com login e senha, você terá acesso à um painel de visualização e controle completo das câmeras <strong>em tempo real</strong>. Além disso,é possível definir quantas câmeras serão visualizadas, realizar gravação de áudio e vídeo das câmeras diretamente no servidor, agendar o início dessas gravações, fazer zoom, entre outras opções do sistema.</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">Esta linha de produtos é muito vantajosa para as empresas, tanto porque proporciona o gerenciamento de diversas câmeras ao mesmo tempo, quanto por sua alta capacidade de armazenamento das informações coletadas, o que <strong>permite que atue como servidor de armazenamento e de rede, assegurando a preservação dos arquivos armazenados.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">Outro recurso do sistema é o e-map, que exibe um mapa com a disposição espacial das câmeras. Dessa maneira <strong>é possível detectar áreas que não são cobertas por câmeras</strong> e realizar um possível rearranjo.</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">Em relação à funcionalidade como servidor, ele pode ter a capacidade máxima de até <strong>16 TB</strong>, dependendo do modelo. Esse volume de informações é mantido seguro graças à série de funcionalidades que acompanham a linha, como a capacidade da fazer RAID 0, 1, 5, 5+, 6, JBOD que permite segurança de armazenamento ou agilidade de arquivamento, de acordo com a unção selecionada.</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">Ainda sobre o servidor, destacam-se também os Drives Hot Swappable, que permitem a <strong>troca de um disco em caso de dano, sem cessar o monitoramento</strong>.</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span><br />
Veja abaixo as principais características comuns à toda a linha VioStor. Em seguida, observe o quadro com os diferenciais de cada modelo.</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span><br />
•    Recursos completos de gravação: gravação programada, alarme de gravação, programação de alarme de gravação, pré alarme, e pós alarme de gravações, etc.;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Suporta gravação de câmeras de IP com até 8-megapixel (exceto VIOSTOR NVR-104);</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Monitoramento multi servidor: Monitoramento até 120 canais de servidores QNAP NVR múltiplos pela LAN ou WAN;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Acesso de dados conveniente: gravações de acesso e reprodução por navegador de internet, FTP e Ambiente de rede a qualquer momento, de qualquer lugar;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Instalação fácil em 6 passos;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Busca inteligente por câmeras de IP por configuração rápida;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Monitoramento centralizado com controle &#8220;Clique-para-Ir&#8221; PTZ e modo de visualização ajustável;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Zoom digital para monitoramento e reprodução;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Arrastar e soltar fácil para mudar a ordem de visualização dos canais de monitoramento;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Notificação por alarme de monitoramento e notificação por email em tempo real;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Registros detalhados de evento e do sistema (inclui serviços de rede dos usuários e registro de acesso das gravações);</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Replicação remota programada para NAS (Network Attached Storage – Completo sistema de armazenamento) para copiar gravações;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Lista de função única de usuário online e controle de acesso de autoridade;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Reprodução multi canal em diferentes velocidades;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Inicialização do sistema automática inteligente na volta da energia após falta de energia;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Espelhamento avançado de disco rígido RAID1 para proteger todas as gravações importantes na forma mais segura;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Cópia de vídeo com o toque de um botão para cópia de dados de gravação fácil;</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Solução NVR verde: O servidor consome apelas 18W em operação (os com base em PC consomem cerca de 300W~350W);</span></h3>
<h3><span style="color: #808080"><span style="color: #ffffff">-</span></span></h3>
<h3><span style="color: #808080">•    Suporta UPS (Uninterruptible Power Supply – Fornecimento ininterrupto de energia) para serviço 24&#215;7.</span></h3>
<p><span style="color: #ffffff">-</span></p>
<h3><span style="color: #ffffff"><span style="color: #333333">Quadro comparativo dos principais produtos da linha**</span><br />
</span></h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-42" src="http://brasp.com.br/novo/blogs/seguranca/files/2010/05/Câmeras-IP.jpg" alt="Câmeras IP" width="580" height="684" /></p>
<p><span style="color: #ffffff"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #ffffff">-</span></p>
<h3><span style="color: #333333"><strong>Deseja adquirir algum dos produtos acima? </strong></span></h3>
<h3><span style="color: #333333"><strong>Contate-nos: <a href="mailto:comercial@brasp.com.br">comercial@brasp.com.br</a> ou  (27)2122-2700.</strong></span></h3>
<p><span style="color: #333333"><strong>**Valores sujeitos a alteração.<br />
</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333"><strong><span style="color: #ffffff">-</span><br />
</strong></span></p>
<h3><span style="color: #333333"><strong>Mais informações sobre os produtos em: </strong>http://www.qnap.com/</span></h3>
<p><span style="color: #333333"><span style="color: #ffffff">-</span><br />
</span></p>
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		<title>Riverbed passa a fornecer otimização de Wan validado pela Microsoft</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 14:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Riverbed  Technology, companhia de performance de TI, anunciou que a companhia  está elevando sua posição dentro do programa de Validação de  Virtualização de Servidor da Microsoft (SVVP) ao conquistar validação de  seu appliance Riverbed Steelhead para rodar o Windows Server 2008 R2. 
O SVVP está aberto para  qualquer fornecedor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="noticia_texto">
<p align="justify"><span>A Riverbed  Technology, companhia de performance de TI, anunciou que a companhia  está elevando sua posição dentro do programa de Validação de  Virtualização de Servidor da Microsoft (SVVP) ao conquistar validação de  seu appliance Riverbed Steelhead para rodar o Windows Server 2008 R2. </span></p>
<p align="justify"><span>O SVVP está aberto para  qualquer fornecedor que ofereça uma solução de virtualização de máquina  que hospede Windows Server 2008 R2, Windows Server 2008, Windows Server  2003 Service Pack 2 (SP2) e os service packs subsequentes. Os clientes  da Riverbed já rodam o Microsoft Windows Server 2003, Windows Server  2008 e serviços para filiais como Active Directory, DNS/DHCP, Media  Streaming e Serviços de Impressão com a Plataforma de Serviços Riverbed  (Riverbed Services Platform &#8211; RSP). Como seu próximo passo na parceria  estratégica com a Microsoft, a Riverbed anuncia que também terá suporte  para o Microsoft Windows Server 2008 R2 no RSP.</span></p>
<p align="justify"><span>“As duas companhias  trabalharam para garantir o crescimento de nossa parceria. A expansão de  nosso relacionamento ¬– para incluir a validação SVVP – é bastante  natural, pois as empresas buscam aproveitar nossas plataformas de última  geração, mas ao mesmo tempo precisam garantir a performance e  consolidar custos e infra-estrutura&#8221;, diz Eric Jewett, diretor de  marketing de servidor da Microsoft. “A Riverbed está trabalhando próxima  à Microsoft para garantir que nossos esforços conjuntos estejam focados  em oferecer às empresas as soluções que aceleram a performance de  ambientes Microsoft”.</span></p>
<p align="justify"><span>A Riverbed oferece a opção  de ter o sistema operacional Windows Server 2008 R2 pré-instalado no  RSP, permitindo aos clientes aproveitarem esta plataforma para rodar o  servidor Windows. Além disso, a Riverbed está promovendo a imagem de  solução integrada entre seus revendedores de canal e clientes através de  sua parceria com a Microsoft.</span></p>
<p align="justify"><span>“Quando nossos clientes  começam a implementar iniciativas de consolidação de TI, os serviços de  filial são um ponto de partida evidente. Muitos de nossos clientes são  usuários de Windows Server e prevemos que eles irão migrar para o  Windows Server 2008 R2”, diz Eric Wolford, vice-presidente sênior de  marketing e desenvolvimento de negócios da Riverbed. “Nossa base de  clientes, que tem mais de 7.000 empresas e órgãos governamentais, está  descobrindo que a otimização de WAN é um componente chave para garantir a  performance de suas infra-estruturas consolidadas. Ao utilizar nossa  solução de otimização de WAN estas empresas estão obtendo o melhor dos  dois mundos ¬– maior consolidação e performance aumentada”.</span></p>
<p align="justify"><span>FONTE: </span><a href="http://www.partnersales.com.br/noticia_visualizar.asp?id_pag=54&amp;id_not=2929">www.partnersales.com.br</a></p>
</div>
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		<title>DLP – Data Loss Prevention</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[DLP]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta pequena sigla ganhará grande notoriedade no ano de 2010. DLP (Data Loss Prevention) é o novo nome do velho problema do vazamento de informações confidenciais.
Há muito tempo, visitando um diretor da Fishet Bauche, líder mundial na fabricação de cofres, perguntei, “Os senhores fabricam que tipos de cofres?”.  Ao que ele retorquiu “Nós vendemos tempo!”
E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta pequena sigla ganhará grande notoriedade no ano de 2010. DLP (Data Loss Prevention) é o novo nome do velho problema do vazamento de informações confidenciais.</p>
<p>Há muito tempo, visitando um diretor da Fishet Bauche, líder mundial na fabricação de cofres, perguntei, “Os senhores fabricam que tipos de cofres?”.  Ao que ele retorquiu “Nós vendemos tempo!”</p>
<p>E continuou: “Existem cofres que demoram 3 minutos para serem arrombados, outros exigem trabalho de vários dias.”</p>
<p>O mesmo se passa com o DLP. A organização está comprando tempo quando adota uma política ativa de Data Loss Prevention, aumentando bastante o custo para o fraudador conseguir a informação de dentro.</p>
<p>A informação pode vazar por e-Mail, pelo Webmail, pelo Messenger, pelo Blog, pelas Redes Sociais, pelo telefone, por fax, por CD ou DVD, por um Pendrive, pelo Celular com câmera e por Papel Impresso. Em suma, por qualquer meio que sirva para armazenar e/ou transmitir informações.</p>
<p>De imediato, algumas medidas devem ser tomadas de inicio, dentro de uma “Política de Prevenção à Perda de Informações”, que são, desdobramentos dessa política e formalizados em dois contratos que devem ser assinados por todos colaboradores, prestadores de serviço e qualquer pessoa que tenha acesso a informações confidenciais:</p>
<p>- “Política de Uso dos Ativos Virtuais”,<br />
- “Termo de Compromisso de Confidencialidade”.</p>
<p>Embora a adoção de políticas e termos seja o primeiro passo, não são suficientes para garantir a segurança dos dados. A organização deve ter os meios de monitorar toda a informação que sai, por qualquer meio.</p>
<p>O meio mais comum de transferir informações é por email ou por arquivo anexado à mensagem de email.<br />
Uma inspeção profunda do que está sendo transmitido só é possível com a tecnologia adequada.</p>
<p>A ativação dos logs de servidores e outros aplicativos são essenciais para se conseguir a “evidência” do vazamento da informação.</p>
<p>Alguns Sistemas de anti-spam também têm a função Outbound que permite inspecionar o que está sendo transmitido, buscando por palavras chaves que denunciem o processo de vazamento.</p>
<p>Fonte: clm.com.br</p>
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		<title>Conheça os domínios mais perigosos da web</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 18:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A McAfee divulgou esta semana a relação dos domínios mais perigosos para navegar e realizar pesquisas na internet.
Curiosamente, as páginas de Camarões foram classificadas como as mais arriscadas, enquanto que o Japão é considero como o mais seguro da rede.
Os domínios comerciais, os mais populares da rede, ficaram em segundo lugar, após aparecer na lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A McAfee divulgou esta semana a relação dos domínios mais perigosos para navegar e realizar pesquisas na internet.</p>
<p>Curiosamente, as páginas de Camarões foram classificadas como as mais arriscadas, enquanto que o Japão é considero como o mais seguro da rede.</p>
<p>Os domínios comerciais, os mais populares da rede, ficaram em segundo lugar, após aparecer na lista anterior na nona posição.</p>
<p>&#8220;Este relatório destaca a velocidade com que os cibercriminosos mudam suas táticas para enganar o maior número de vítimas e evitar serem descobertos. No ano passado, Hong Kong foi o domínio mais arriscado e, neste ano, sua segurança melhorou muito&#8221;, diz Mike Gallagher, diretor de tecnologia do McAfee Labs.</p>
<p>&#8220;Os alvos dos cibercriminosos são regiões onde o registro de sites é barato e prático e onde eles correm menos risco de serem descobertos&#8221;, explica o executivo.</p>
<p>Na lista, o Brasil aparece na 70ª posição, com um registro de 1,8% de domínios que levam os usuários para sites com downloads perigosos para o sistema.</p>
<p>A McAfee ainda apurou que do total de 27 milhões de sites e 104 domínios de nível superior, 1,5 milhão podem ser considerados arriscados.</p>
<p>Confira as listas dos cinco domínios mais e menos perigosos divulgadas pela empresa:</p>
<p><strong>Piores domínios nacionais da Web</strong></p>
<p>1-Camarões (.cm)</p>
<p>2-RP da China (.cn)</p>
<p>3-Samoa Ocidental (.ws)</p>
<p>4-Filipinas (.ph)</p>
<p>5-Ex-União Soviética (.su)</p>
<p><strong>Domínios nacionais da Web mais seguros</strong></p>
<p>1-Japão (.jp)</p>
<p>2-Irlanda (.ie)</p>
<p>3-Croácia (.hr)</p>
<p>4-Luxemburgo (.lu)</p>
<p>5-Vanuatu (.vu)</p>
<p>Fonte: http://info.abril.com.br/</p>
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		<item>
		<title>5 dicas para evitar riscos de terceirização</title>
		<link>http://brasp.com.br/novo/blogs/seguranca/?p=19</link>
		<comments>http://brasp.com.br/novo/blogs/seguranca/?p=19#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 18:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>

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		<description><![CDATA[A TGT Consult preparou cinco dicas para o CIOs não tenham problemas na hora de terceirizar seus serviços em TI.
Segundo a empresa, não há um meio eficaz para a eliminação de todos os riscos dessa prática. Além disso, os investimentos altos para eliminar os perigos não são aconselháveis, pois o custo pode subir de acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A TGT Consult preparou cinco dicas para o CIOs não tenham problemas na hora de terceirizar seus serviços em TI.</p>
<p>Segundo a empresa, não há um meio eficaz para a eliminação de todos os riscos dessa prática. Além disso, os investimentos altos para eliminar os perigos não são aconselháveis, pois o custo pode subir de acordo com o crescimento das vulnerabilidades.</p>
<div id="entry-related"><span></span></div>
<p>“Os riscos devem ser conhecidos, monitorados e gerenciados de forma constante, é uma prática gerencial e repetitiva, pois as ameaças são frequentes” afirma Pedro Bicudo, sócio diretor da Consultoria.</p>
<p>O executivo aponta cinco dicas básicas, mas importantes, para evitar riscos em outsourcing:</p>
<p>1- Investigar os fornecedores e monitorar sua atuação no mercado</p>
<p>2- Usar informações de institutos de pesquisa pode reduzir os riscos de mercado</p>
<p>3- Utilizar uma consultoria especializada para a realização da RFP reduz os riscos de serviço</p>
<p>4- Uma boa estruturação de contratos reduz os riscos de danos</p>
<p>5- Uma boa gestão da mudança reduz os riscos de continuidade</p>
<p>Fonte: info.abril.com.br/</p>
]]></content:encoded>
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