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Virtualização móvel pode aliviar dores de cabeça geradas por smartphones

17/01/2011
Categoria: Virtualização
Fabricantes de hardware de telefone terão que deixar de serem negligentes quanto à capacidade, diz um canal norte-americano   Vivemos uma revolução na tecnologia móvel, mas temos que perdoar os departamentos de TI das empresas por não estarem dando pulos de alegria. Isto porque os smarphones e os tablets que eles tem encontrado no ambiente de trabalho apresentam alguns desafios que tiram o sono da TI, sem falar no custo para as empresas com grandes forças de trabalho. Algumas revendas dizem que a virtualização móvel pode ser a resposta que os preocupados departamentos de TI estão buscando. Uma demanda por aquele smartphone que integra funções corporativas e pessoais está sendo desenvolvida desde que o iPhone estourou com o fenômeno conhecido por  “consumerization” (consumerização da TI). Os tablets, iPad e o Android, da Google, ganharam fãs rapidamente entre os usuários corporativos. Ainda assim, em ambos os casos, a segurança de dados e o gerenciamento do aparelho provaram ser um obstáculo e os departamentos de TI acabam aplicando políticas generalizadas que proíbem seu uso, errando na prevenção do acontecimento de desastres. A fobia pela tecnologia móvel é uma oportunidade perdida nas empresas, pois os aparelhos móveis pessoais dos funcionários são geralmente mais avançados do que aqueles que as empresas possuem como padrão, como acontece nos casos de desktops. “Os smartphones e os tablets estão se tornando cada vez mais importantes na computação e é um desafio para os administradores lidarem com eles no ambiente de trabalho,” diz Steve Kaplan, vice-presidente de virtualização do data center da INX, uma revenda de Houston. Se olharmos sob o ponto de vista dos benefícios que os aparelhos móveis trazem, a tecnologia da virtualização está recebendo uma atenção cada vez maior. Chris Pyle, presidente e CEO da Champion Solutions Group, uma revenda de Boca Raton, Flórida (EUA), observou um “enorme crescimento” na área de infraestrutura de desktop virtual (VDI – Virtual Desktop Insfrastructure) impulsionada, em grande parte, pela consumerização da TI. “As pessoas estão trazendo os aparelhos que gostam de utilizar para os negócios e a TI está tentando responder a isto,” comenta Pyle. O PocketCloud, da Wyse Technology, e o Receiver, da Citrix, são exemplos de aplicações que podem permitir que os smartphones e os tablets imitem a funcionalidade – e mais importante, a segurança e o gerenciamento – dos PCs corporativos. Estes aplicativos podem rodar mais comumente em aplicações de utilidade corporativa e atingir o mais procurado equilíbrio entre a conveniência do usuário e os requisitos de TI. A recém-lançada parceria de virtualização móvel entre a VMware e a LG pode ser um sinal do caminho das pedras. A LG, neste ano, começará a enviar ao mercado smartphones Androids pré-carregados com a Plataforma de Virtualização Móvel (MVP – Mobile Virtualization Platform) da VMware, uma fina camada de software que é instalada em um celular, que coloca o sistema operacional, as aplicações e os dados do telefone dentro de uma máquina virtual, separada do hardware principal. Scott Scherer, analista da In-Stat, de Scottsdale, Arizona, diz que existe uma forte demanda para virtualização de celular em grandes corporações e outras com pequenas exigências de controles internos. E, como em outros tipos de virtualização, há também potencial para significativas diminuições de custo. “Há uma oportunidade para aprimorar a produtividade, garantindo acesso móvel para as ferramentas e serviços das empresas, para reduzir custos transferindo a compra de telefones e contratos de serviços aos funcionários e para aprimorar a eficiência do departamento de TI por meio de ferramentas administrativas fáceis de utilizar,” diz Scherer. Cris Ward, arquiteto de soluções sênior da Greenpages, uma revenda de Kittery, Maine, diz que o modelo da LG e da VMware tem potencial, entretanto não acredita que a maioria dos atuais smartphones tenham capacidade para lidar com diversos sistemas operacionais ao mesmo tempo. “Os fabricantes de hardware de telefone terão que deixar de serem negligentes quanto à capacidade,” diz Ward. “A maioria dos fabricantes coloca uma capacidade muito pequena nos telefones ou suficiente apenas para rodar o sistema operacional que vem com o telefone. Ficaria curioso em ver se eles poderiam fornecer uma capacidade maior, manter os preços razoáveis e ter uma bateria com duração decente.” Outros fabricantes podem discutir que o aparelho unificado para negócios e pessoal pode ser obtido sem a utilização de uma virtualização móvel. Este foi um dos mantras principais da Microsoft para o Windows Phone 7, um poderoso sistema operacional que já vem carregado com os aplicativos do Office, integração da suíte Office 365 e tudo o que um ávido consumidor de alta tecnologia poderia querer. A Microsoft diz que seus parceiros de OEM venderam 1,5 milhão de aparelhos de Windows Phone 7 nas seis primeiras semanas depois de seu lançamento. Considerando o número de departamentos de TI que está lutando com o dilema de um aparelho unificado, há muitas demandas contidas no mercado para as tecnologias que conseguirem resolver o problema. Alan Gould, presidente e CEO da Westlake Software, uma revenda wireless de Calabasas, Califórnia, acredita que haverá diversos caminhos diferentes para atingir este objetivo. “O conceito de juntar tudo em um único aparelho terá muitas formas, incluindo o fato das câmeras point-and-shoot perderem espaço para os smartphones. Os usuários que necessitam carregar um telefone pessoal e outro corporativo também vão dizer que isto é um objeto de desejo,” diz Gould. FONTE: www.resellerweb.com.br

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