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Aumenta adoção de cloud pelas empresas

27/05/2011
Categoria: Virtualização
Mais da metade se familiarizou com cloud computing. Pesquisa encomendada pelo Grupo Educacional Impacta Tecnologia à empresa MBI Mayer&Bunge Informática, verificou que 56,8% dos profissionais estavam familiarizados com o termo Cloud Computing. Em um ano, o percentual subiu para 81,5%. Cloud Computing deixou de ser considerado algo novo pela maioria dos profissionais. A pesquisa revelou que para a grande maioria dos profissionais (90,1%), o “Cloud Computing” representa um novo modelo tecnológico duradouro e não apenas um modismo tecnológico, como ainda acreditam 5,3% dos entrevistados. Dentre os muitos serviços oferecidos na plataforma de Cloud Computing, os entrevistados foram questionados sobre sua familiaridade (o amplo conhecimento do serviço e/ou seu uso no dia-a-dia) com dois dos principais: infraestrutura como serviço e software como serviço. Constatou-se que os percentuais de ambos os serviços sofreram aumento de 2010 para 2011; infraestrutura como serviço teve crescimento de 44,6% para 48,3% e software como serviço teve aumento de 53,2% para 58,3%, um avanço modesto, porém consistente. Foram ouvidos 155 profissionais de 143 grandes e médias empresas brasileiras, em março de 2011. Essa é a segunda edição da pesquisa que visa medir o quanto o cloud computing  já faz parte do vocabulário técnico destes profissionais. Uso da infraestrutura como serviço pelas empresas: O estudo avaliou que o uso de armazenamento como serviço (storage) pelas empresas teve crescimento de 50% em um ano, passando de 31,7% para 47,7%. O uso de fornecedores gratuitos ou de baixo custo teve significativa queda no período, diminuindo de 59% para 45%, ao passo que o investimento em fornecedores pagos e de maior custo cresceu de 41% para 55%, deixando claro que o uso deste serviço está deixando de ser experimental e passando a fazer parte das operações de missão crítica das empresas. Ao analisar o uso de software como serviço, constatou-se que no período de um ano houve crescimento de 25%, passando de 44,4% para 54,9%. No quesito custos, observou-se que houve redução das soluções gratuitas ou de baixo custo pelas empresas, com a porcentagem caindo de 73% para 61,1%, e os investimentos em soluções pagas ou de maior custo teve aumento de 27% para 38,9%. Ao analisar o uso de informação como serviço (informação hospedada remotamente, que entra nas empresas por meio de interfaces bem definidas como, por exemplo, uma API), constatou-se que 45,1% das empresas fazem uso desse serviço hoje, contra 40,9% em 2010. Além de se tratar de um crescimento modesto, chama a atenção que esse ganho de participação de mercado da ordem de 4,2% é muito inferior à parcela correspondente aos que estavam avaliando ou pretendiam estudar o serviço em 2010 (que somados representavam 19,7% do total). Quanto aos custos do serviço, novamente observou-se queda no uso de soluções gratuitas ou de baixo custo, passando de 70,9% para 60,6% no período e aumento de soluções pagas ou mais caras na ordem de 29,1% para 39,4%. Quanto aos demais serviços consumidos na nuvem, percebemos aumento significativo no uso do teste de software como serviço (de 21,6% para 32,5%) e integração de processos como serviço (de 15,1% para 23,2%) no período. Plataforma como serviço e segurança como serviço permaneceram praticamente estagnados, com baixíssimos aumentos percentuais de 26,6% para 27,2% e de 13,7% para 13,9%, respectivamente. O serviço que possui maior aumento no uso pelas empresas é o banco de dados como serviço, que cresceu de 28,8% para 33,8%. A análise comparativa entre os dados obtidos nas pesquisas de 2010 e 2011 aponta que grande parte dos profissionais do setor estão mais familiarizados com os conceitos de Cloud Computing e que este número deve chegar à totalidade do mercado já no próximo ano. Todos os serviços propostos na forma de Cloud Computing apresentaram crescimento no período, embora em ritmos variados. Adicionalmente, as empresas estão migrando de serviços gratuitos ou de baixo custo, para serviços pagos ou mais caros (e que garantem níveis de serviço mais elevados), indicando que o uso dos serviços gratuitos ou mais baratos serviu como uma etapa de experimentação por parte das empresas, antes de iniciarem um investimento financeiro substancial nesses serviços, o que demonstra a aprovação e confiança na tecnologia. “O resultado da pesquisa é sinal claro de que as empresas começam a perceber a computação em nuvem como uma tecnologia inovadora e sólida, na qual é seguro investir. A tendência é que a adoção dos serviços relacionados à nuvem se acelere nos próximos anos,” declara Célio Antunes, presidente do Grupo Impacta. FONTE: IPNEWS

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