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Mercado de LAN está fadado à estagnação, diz CEO da Aruba

20/03/2012
Em visita ao Brasil, Dominic Orr aposta no BYOD. “A LAN está morta”. Uma afirmativa sem dúvida poderosa, mas que ganha outro significado quando seu autor é o CEO de uma empresa como a Aruba Networks, especializada em soluções de rede wireless (as WLANs, portanto). O CEO da companhia em questão, Dominic Orr, esteve esta semana no Brasil. Ele usou a afirmativa que inicia este texto para ponderar o posicionamento da companhia que preside em um mercado dominado pela Cisco, entre outros players, cuja base tecnológica está nos cabos. CEO da aruba networks, Dominic Orr. “Você não pode conectar um cabo no tablet”, disse Orr. “Tudo vai migrar para o ar. Em três anos o mercado de LAN vai estagnar. Será a queda dos sistemas cabeados”, explicou o executivo. Isso se deve, diz, à ascensão dos sistemas para dispositivos móveis, como o Android, o iOS e até mesmo o Windows, cuja próxima versão será a mesma para desktops, tablets e smartphones. A jovem Aruba – que em 2012 completa dez anos e já está disposta a enfrentar os “big guys”, como define Orr – aposta suas fichas em arquiteturas de soluções de acesso wireless, que unificam a infraestrutura de rede das empresas (com ou sem fio) em uma única solução de acesso, adequada para o uso em vários segmentos da indústria. Gerenciamento e segurança são duas palavras chave na tecnologia da empresa, que sabe estar na tendência BYOD (bring you own device, ou traga seu próprio dispositivo) uma grande preocupação das empresas que pretendem admitir na rede corporativa soluções de mobilidade. “O gerenciamento agora inclui o dispositivo, e os procedimentos de segurança se transferem em parte para o device. Por isso a rede wireless deve ser segura e gerenciada”, explica Orr. No Brasil, a empresa tem obtido sucesso na implantação de soluções em grandes empresas e no setor governamental. Os investimentos no País começaram em 2008, mas em outubro do ano passado as operações “oficiais” começaram com a abertura de uma nova sede no Rio de Janeiro e de um novo escritório de vendas em São Paulo. “Em 2011 mais do que dobramos os investimentos no Brasil, já um dos nossos maiores mercados, e que deve entrar no top 5 nos próximos três anos”, prevê o CEO. “Estamos apenas começando, e faremos investimentos muito agressivos.” Para alcançar esse objetivo, a empresa opera no País totalmente através de seus mais de 70 canais. E a estratégia futura inclui parcerias com universidades para a criação de seis laboratórios que certifiquem futuros engenheiros a implementar e operar soluções com tecnologia da Aruba no País. As operações nacionais do fornecedor contam com aproximadamente 250 clientes, com forte presença no setor de educação e governo. “Nosso foco está nas grandes contas, nas quais somos muito competitivos, principalmente nos segmentos de tecnologia, governo, e até mesmo financeiro, graças a nossas ofertas de rede segura e gerenciada.” Essa filosofia inclui Copa do Mundo e Olimpíadas. A empresa já negocia com os envolvidos diretos nos grandes eventos e já promove alguns pilotos de tecnologia em estádios da Copa, diz Alex Freitas, presidente da empresa no Brasil. Marisa A rede varejista Marisa foi um dos cases brasileiros de implantação de tecnologia da Aruba apresentados por Orr. O projeto foi realizado em parceria com a ISH e equipou 163 das 336 lojas da rede no País, além do escritório central, da unidade de Alphaville e de cinco centros de distribuição. “Conseguimos tirar todo o cabeamento dessas lojas, que se tornaram 100% WiFi”, explica Alex Freitas. “Assim, cada loja obteve ganhos de facilidade para criar sua própria estrutura física.” Com a estrutura sem fio, a Marisa também ganhou em agilidade na abertura de novas lojas. Segundo os executivos da Aruba, em uma obra civil a passagem de cabos pode levar entre 60 e 70 dias. A Marisa tem 2 mil usuários no escritório central, que implementou um call center VoIP para demandas internas com 70 posições sobre a rede WiFi. “Mostrando com isso que o medo de perda de performance com a concentração de usuários na rede sem fio caiu por terra”, pondera Freitas. Escrito por Marcelo Vieira Fonte: iPNews  

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