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Fechado: Lenovo compra unidade de servidores da IBM por US$ 2,3 bilhões

23/01/2014
O preço pela unidade de servidores é maior que qualquer outra aquisição já feita pela Lenovo, e marca a segunda vez que Yang abocanha ativos da IBM para estimular o crescimento de sua empresa Maior fabricante do mundo de PCs, a asiática Lenovo irá, de fato, comprar a unidade de servidores da IBM por US$ 2,3 bilhões. O acordo inclui cerca de US$ 2 bilhões em dinheiro e o restante em ações da Lenovo. A compra do negócio de servidores x86 inclui o System x, BladeCenter e servidores e switches Flex System. Em sua segunda tentativa de aquisição, Lenovo e IBM chegaram a um acordo mais rapidamente que na primeira tentativa, no começo de 2013, onde as empresas não concordaram com a precificação da divisão, rompendo as conversas. Porém, neste mês, as companhias voltaram a estabelecer o relacionamento para a aquisição da divisão de servidores, e o martelo bate após a IBM apresentar seus resultados – que estiveram de acordo com as expectativas de Wall Street, mas não positivamente. O preço pela unidade de servidores é maior que qualquer outra aquisição já feita pela Lenovo, e marca a segunda vez que Yang abocanha ativos da IBM para estimular o crescimento de sua empresa. Em 2005, a companhia pagou US$ 1,75 bilhão pela divisão de PCs. Na época, a aquisição tirou a fabricante da oitava posição no mercado de computadores e a realocou na terceira colocação. Yang, posteriormente, também adquiriu a alemã Medion AG e a divisão de PCs da NEC. Confrontado com a pior crise em vendas globais de PCs, o CEO Yang Yuanqing tem mantido um crescimento forte através da expansão geográfica e de negócios em mercados da Europa e na América do Sul, enquanto trabalha o momento correto para adicionar as ofertas de dispositivos móveis e também inserir suas smart TVs, a chamada estratégia PC+. Agora ele está movendo a companhia para uma outra linha de negócios, oferecendo equipamentos para armazenamento e servidores para rodar em redes corporativas. “Estamos confiantes de que podemos crescer neste negócio com sucesso para o longo prazo”, disse Yang em comunicado, divulgado inicialmente nos mercados asiáticos. Duas faces da mesma moeda Enquanto a divisão de servidores será vital para a Lenovo ampliar o escopo de ofertas para empresas, para a IBM, deixar a divisão de servidores de canto significa uma alívio em seus negócios. Nesta terça-feira (21), a IBM anunciou seus resultados financeiros, e disse que o negócio de servidores obteve uma queda significativa nas vendas e nos lucros, e a receita da empresa caiu pelo sétimo trimestre consecutivo, junto à demanda por servidores x86, com arquitetura de processamento Intel. A queda pesou sobre a unidade de hardware, onde o lucro deslizou US$ 750 milhões no quarto trimestre do ano anterior por causa de “questões de modelo de negócio, devido às mudanças do mercado”, disse o Martin Schroeter, CFO da Big Blue, durante a apresentação dos resultados do último trimestre. Com isso, a IBM aumenta o empenho em sua área de serviços e software, e se distancia cada vez mais de hardware. Recentemente, a companhia anunciou aporte de US$ 1,2 bilhão para a construção de 15 data centers em todo o mundo, incluindo um no Brasil, para focar esforços na computação em nuvem. As movimentações da Lenovo, embora sejam contra a maré, ainda não se colocaram contra o negócio da companhia e, com isso, a empresa vai expandindo sua competição com a HP e Dell para dentro das empresas. Ao que tudo indica, e é isso que tem sido observado nos últimos anos, a Lenovo não irá parar esse ritmo agressivo de investimentos tão cedo, seja em aquisições ou em ampliações de suas fábricas e centros de pesquisa e desenvolvimento, como foi o caso dos US$ 100 milhões investido no Brasil. Aprovações legais Embora o título diga fechado, a negociação ainda precisa passar pelos agentes legais que avaliam os termos da aquisição. Fato é que a organizações chegaram à precificação e termos de venda ideais para ambas, único ponto que causava entrave na negociação. O Comitê de Investimentos Estrangeiros dos EUA, que avalia analisa as transações para as questões de segurança nacional, será o responsável pelas revisões dos termos propostos pela companhia chinesa à Big Blue.   Fonte CRN

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